musica

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Sexta é dia de sessão nostalgia

Posted by escriba on 14 Nov 2008 | Tagged as: musica

Curtindo Human League neste exato momento:

E na sequência, Captain Sensible (eu tenho o compacto desse som!!):

Pata Pata

Posted by escriba on 10 Nov 2008 | Tagged as: musica

Miriam Makeba, cantora sul-africana que morreu na madrugada desta segunda-feira depois de um show na Itália, cantava “Sat wuguga sat ju benga sat si pata pata…“, mas a gente mandava no melhor estilo embromation society: “Tá com pulga na cueca, lári laralá…

Mais um virundum clássico como “sul de Madureira… suuuul, de madureeeeiraaaaa…”, “Ajudar o peixe….”, “Renal, renal, tô com criiiiiseeee reeeenaaaalll…”, “…e essa vida chata!”, e o antropofágico “… tocando B.B. King sem parar…” - alguém se arrisca a identificar essas músicas? Tem uma infinidade de outros no Arquivo de Letras Ouvidas Erradas (ê traduçãozinha mequetrefe de misheard…)

Mas vamos à Makeba e a pulga, aqui em gravação da TV Record, 1968, com Sivuca (arranjador da música) no violão acústico:

RocknRolla e Hammond

Posted by escriba on 02 Nov 2008 | Tagged as: filmes, musica

Fui ver no sábado o novo filme do Guy Ritchie, RocknRolla. Mais uma vez o diretor inglês esmiuça o submundo londrino, com a agilidade e humor de sempre. Ritchie está para Londres como Woody Allen está para NY. RocknRolla não é tão bom quanto Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes e Snatch, seus filmes anteriores, mas ainda assim diverte e se coloca bem acima da média do cinemão que temos por aí.

A edição das cenas, os atores e sua direção, a trilha sonora, o roteiro, tudo muito bem amarrado. Me amarro nos nomes que Ritchie inventa pros seus personagens - One Two, Mumbles, Squid, Archy, Cookie, Tank. E todos, mesmo os que pouco aparecem, têm papel fundamental na história.

Há quem diga que ele é um Tarantino piorado. Questão de gosto. Acho que tem uma pitada de despeito aí pelo cara ter sido casado (e dispensado) pela Madonna, queridinha de muitos. Sei lá, apenas um pensamento que me ocorreu. Acho o Tarantino exagerado, um tanto quanto over, sanguinolento, escrachado - americano, enfim. Já Ritchie é sutil, elegante e econômico, puro humor britânico. O diretor americano gosta de ressuscitar carreiras de atores famosos e sumidos, já Ritchie tem o dom misturar bons nomes, como Gerard Butler (que fez Leônidas, em 300 de Esparta), com a nata de atores do segundo escalão (em termos de fama, não de qualidade), nivelando tudo por cima. Em comum, a edição nervosa dos filmes e a escolha perfeita das músicas. No saldo geral, fico com o inglês.

Da sala do Espaço Unibanco fui direto pro Jazz nos Fundos que apresentou ontem o tipo de jazz que mais gosto, o funk jazz, a cargo do trio Hammond Grooves, projeto do Daniel Daibem, apresentador do programa Sala dos Professores, da rádio Eldorado FM. Os caras mandaram Wes Montgomery, Jimmy Smith, George Benson, Lonnie Smith e até Walter Wanderley! Uma noite inesquecível pra quem gosta de boa música.

AC/DC incentiva fãs a produzirem covers

Posted by escriba on 30 Oct 2008 | Tagged as: musica

Bem legal a promoção que o pessoal do AC/DC fez ao longo dos últimos dois meses, incentivando os fãs a produzirem covers da música Rock’n'Roll Train, do novo álbum do grupo, Black Ice. Pra participar, era preciso enviar a versão pelo YouTube e colocar uma palavra-chave. O resultado sai amanhã, dia 1o. de novembro. Os prêmios: réplicas da Gibson SG, de Angus Young, e Gretsch G6131MY, de Malcolm, ambas assinadas pelos respectivos irmãos-guitarristas.

Taí uma maneira criativa de se adequar aos novos tempos de internet. Pode não evitar que o pessoal baixe o disco nos slsks da vida, mas a banda ganha pontos com os fãs e promove seu trabalho numa boa, sem bater de frente com ninguém.

Dei uma conferida nos concorrentes e acho que a premiação tem tudo pra ficar entre esses dois aqui:


(anunciado como o primeiro vídeo feito numa planilha Excel)


(cientistas tentam recriar Angus Young - o cara chega beeem perto…)

Cosac Naify em liquidação - só hoje!

Posted by escriba on 28 Oct 2008 | Tagged as: livros, musica

A editora está vendendo todos os produtos de seu site com 50% de desconto. A promoção, no entanto, só vale hoje (28 de outubro), até a meia-noite. Tá com o cartão de crédito em dia? Então aproveite!!

Eu encomendei Rockers, com fotos de Bob Gruen, famoso por clicar estrelas do roquenrol. 37 pilas. A exposição esteve em São Paulo em 2007, na Faap. Agora vai lá pra casa.

Fim de semana de jazz e política

Posted by escriba on 26 Oct 2008 | Tagged as: egotrip, musica, politica

Sabadão foi dia de Sonny Rollins no Ibirapuera, num calor de rachar mamona. Sofia e Martim aguentaram bem, já minhas costas… E como o sol se manteve a pino no domingão, lá fomos nós pro Parque Villa-Lobos fritar um pouco mais. E depois de votar, fiquei acompanhando a apuração. Se no Rio as opções eram tétricas, em SP deu o candidato-oco, com José ‘Mr. Burns’ Serra de tocaia, de olho em 2010.

Enfim, segue o jogo - ao som de Rollins.

Garimpo III

Posted by escriba on 06 Oct 2008 | Tagged as: internet, musica, rádio

Mais um fim de semana de garimpagem. O ponto de partida foi um som que escutei numa festinha na Garagem do Carlão, botecão maneiro que conheci na rua Lira, na Vila Madá. Junta Propellerheads com Shirley Bassey, num suíngue irresistível:

Enquanto os arquivos eram baixados, fiquei curtindo o primeiro disco do Eagles of Death Metal, o que me animou pra pegar também os dois últimos trabalhos da banda, Death By Sexy (2006) e Heart On (2008). Jesse Hughes e Josh Homme têm o dom, é inegável:

Tentei também baixar o novo disco do Bob Dylan, Tell Tale Signs, mas nada feito. Começou a vender esta semana, acho que ainda não deu tempo de cair na rede. Enquanto não rola, o jeito é curtir online na página da National Public Radio (NPR). Dediquei a segunda-feira a esse disco (não tem coisa melhor do que escrever release com um bom som rolando) e posso dizer que já está entre os meus favoritos.

Na expectativa

Posted by escriba on 05 Oct 2008 | Tagged as: Meio Ambiente, esporte, internacional, musica, politica

Enquanto Kassab vai atropelando o Alckmin e prometendo fazer o mesmo com a Marta no segundo turno, vou tentando me distrair com outras coisas. Que tal um pouco de Fórmula 1?

Ou curtir um som?

Ou especular sobre a possível chegada do pessoal do Weatherman, quem diria!, ao poder nos EUA. Valeu, Palin, pela informação!

(Por falar em Weatherman, encontrei no Youtube o legendário documentário de 1976 sobre a organização. Foi gravado clandestinamente com cinco de seus principais membros, quando figuravam na lista dos 10 mais procurados do FBI. Eles promoveram atos terroristas dentro dos EUA como protesto contra a violência do governo americano dentro e fora das fronteiras do país. Perguntados recentemente se apoiariam hoje a mesma tática, dois deles responderam: “Faça alguma outra coisa, mantenha a chama acesa, mas seja criativo e faça algo apropriado para os dias de hoje.” Isso aí!!)

Tecnobrega aponta o futuro

Posted by escriba on 29 Sep 2008 | Tagged as: livros, musica

Amanhã tem lançamento de um livro bacana no Rio: Tecnobrega: o Pará reinventando o negócio da Música, do Ronaldo Lemos e da minha amiga Oona Castro. Vai ser na livraria do Unibanco Arteplex (Praia de Botafogo, 316), a partir das 19h30. É da editora Aeroplano e faz parte da coleção Tramas Urbanas.

Ronaldo e Oona estudaram ao longo de 2006 e 2007 os modelos de negócios abertos, pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas Direito Rio, em parceria com o Overmundo, FGV Opinião e Fipe-USP. O livro é baseado em relatórios e materiais produzidos por pesquisadores de primeira: o próprio Ronaldo Lemos, Hermano Vianna, José Marcelo Zacchi, Elizete Ignácio e Monique Menezes, entre outros.

Hermano Vianna explica o contexto do livro:

Que a indústria fonográfica mundial está em crise, disso ninguém duvida. Todo mundo anda procurando o “novo modelo de negócios”. Escondido em Belém do Pará, o tecnobrega testa uma original economia criativa há anos, na marra. As músicas saem direto de estúdios de periferia e são distribuídas nos camelôs da cidade, animando gigantescas festas de aparelhagem, sem mais depender da grande mídia ou gravadoras. Um mundo paralelo cujo funcionamento é finalmente revelado neste livro, estudo pioneiro sobre as novas indústrias culturais que comandam a vida musical mais popular no Brasil de hoje. Quem quiser pensar o futuro da música não pode ignorar as lições tecnobregas da Amazônia digital.

É o fim do mundo… e eu me sinto bem

Posted by escriba on 22 Sep 2008 | Tagged as: Meio Ambiente, filosofia, musica

E se alguém dissesse que tudo que vem sendo alardeado por aí sobre o aquecimento global está errado? Que a situação é PIOR do que tem sido denunciada? Que o ponto de não retorno está mais próximo do que se imagina e pouco ou nada do que façamos hoje terá influência sobre isso? Se dissessem que temos que tomar medidas ainda mais drásticas do que as exigidas hoje pelos ambientalistas mais xiitas?

Vc ficaria parado?

Desde que me cansei de procurar,
aprendi a encontrar;
Desde que o vento começou a soprar-me na face,
velejo com todos os ventos.
(Nietzsche)

O Edu externa as mesmas preocupações minhas, só que com mais contundência, lá no Sierra Maestra.

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