drogas
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Posted by escriba on 18 Aug 2008 | Tagged as: drogas, filmes, humor, musica
A dupla Cheech & Chong está de volta!! Cheech Marin (62 anos) e Tommy Chong (70) vão retomar suas aventuras com uma turnê pelos EUA batizada de Cheech & Chong Light up America. Em entrevista ao site da Newsweek, os dois detalham o que farão pelos palcos americanos - quadros clássicos e novos, muita música e provavelmente muita tietagem!
Um dos meus esquetes preferidos da dupla é o seguinte:
E procurando por esse vídeo acima, achei este outro, com participação especial do Timothy Leary e um Jimmi Hendrix fake - genial!
Excuse me while I kiss this fly! Let’s go chinese eyes!!
Posted by escriba on 18 Jun 2008 | Tagged as: documentario, drogas
“Não há alucinações com LSD. Alucinação é se você vê alguma coisa que não existe. Mas sob efeito do LSD, você vê coisas que estão transformadas, é uma visão diferente, uma experiência diferente de nossa existência”, diz Albert Hofmann no documentário A Poção de Hofmann, que vc pode assistir aqui. Faz tempo que eu tava atrás desse filme pra postar aqui. Nunca o achei completo, mas agora sim!
Hoffman ficou famoso por ter descoberto o alucinógeno acidentalmente em 1943, nos laboratório da Sandoz na Suíça. Ele morreu em abril deste ano, aos 102 anos na Suíça, onde viveu boa parte de sua vida.
Abaixo, a primeira parte do documentário. O restante, aqui.
Um outro documentário interessante é The Beyond Within, da BBC, feito na década de 1980, também disponível no Youtube.
Posted by escriba on 12 Jun 2008 | Tagged as: drogas, filmes, livros

Fiquei sabendo hoje sobre a morte de Austregésilo Carrano Bueno, numa comunidade do Orkut. Para quem não ligou o nome à pessoa, o cara é autor do livro Canto dos Malditos, que inspirou o filme Bicho de Sete Cabeças, de Laís Bodanski. Meu camarada Fábio José de Mello entrevistou Austregésilo tempos atrás para a AllTV e pedi para ele um relato desse encontro, como homenagem ao sujeito e sua luta contra os manicômios.
Segue abaixo o texto:
Morreu na tarde de 27 de maio, aos 51 anos, Austregésilo Carrano Bueno. Infecção generalizada, em razão de um câncer no fígado. No corredor do Hospital das Clínicas, em São Paulo, à espera de uma vaga na UTI. Carrano é autor do livro “Canto dos Malditos”, que inspirou o filme “Bicho de Sete Cabeças“, de Lais Bodanski. A obra, que recebeu vários prêmios nacionais e internacionais, até hoje está censurada. Não pode ser encontrada em nenhuma livraria. (Nota d’O Escriba: encontrei o livro à venda no site da Editora Rocco. Ele foi realmente retirado de circulação em 2003, por ordem da Justiça, mas uma nova decisão permitiu a sua reedição em 2005.)
Juntamente com o jornalista José Paulo Lanyi, eu o entrevistei na sede da AllTV. Cabelos longos e encaracolados, vestia uma camisa vermelha e calça jeans. O assunto: seu envolvimento no Movimento da Luta Antimanicomial.
Esperava encontrar um cara amargurado, revoltado e de mal com a vida. Nada disso. Me pareceu uma figura doce, porém ciente de que fora vítima da ignorância e do preconceito da sociedade contra os usuários de droga, e firme no propósito de acabar com as internações à força, contra a vontade do paciente.
Tudo aconteceu em 1974. O pai de Carrano encontrou uns cigarrinhos de maconha no bolso da jaqueta do filho. Mesmo assumindo a condição de usuário eventual, Carrano foi internado em um hospital psiquiátrico na capital paranaense. Começava ali o drama de um jovem de 17 anos, que teve a adolescência violentamente interrompida, à base de eletrochoques (eletro-convulsoterapia) e doses cavalares de medicamentos tarja-preta. O calvário durou três anos e meio, até que, não agüentando mais o sofrimento, decidiu pôr fogo na cela em que estava enjaulado. “Os choques eram tão violentos que me faziam desmaiar. Se não desmaiasse, a voltagem era aumentada até que eu perdesse os sentidos”, me disse ele. Foram 21 sessões de tortura. A tensão variava dos 180 a 460 volts. Direto na têmpora.
Carrano perdoou o pai, já falecido. Ele entendeu que a internação no Hospital Bom Retiro era a única opção que a família, ao modo dela, tinha para tentar ajudá-lo. De boas intenções, os hospitais psiquiátricos estavam cheios naqueles tempos. Assim como o bolso dos proprietários dos manicômios. A briga dele era com os médicos que o torturaram. A peleja acabou na justiça, que condenou o escritor, por “danos morais”, a pagar R$ 60 mil aos seus algozes. De quebra, exigiu a retirada do “Canto” das livrarias. (Nota d’O Escriba: encontrei um texto de 2003 em que o próprio Carrano comenta o processo judicial que enfrentou. Para ler, clique aqui.)
Em 2003, ele foi homenageado pelo Ministério da Saúde e pelo presidente Lula, por sua “luta e empenho na construção da Rede Nacional de Trabalhos Substitutivos aos Hospitais Psiquiátricos no Brasil”.
Em um canto qualquer da internet, o comentário anônimo retrata bem o que esse cara representava: “Os loucos deviam criar um prêmio para dar ao Carrano: o Louco de Ouro.” Concordo plenamente.
Valeu, Austry. Acenda um aí no céu.
Posted by escriba on 30 Apr 2008 | Tagged as: drogas, filosofia, livros
Em entrevista concedida ao New York Times em janeiro de 2006, o químico suíço Albert Hofmann afirmou que o LSD - substância alucinógena que descobriu há 63 anos num laboratório da Sandoz - não aprofundou seu conhecimento da
morte. “Eu simplesmente vou voltar para o lugar de onde vim, para onde eu estava antes de nascer, só isso.”
Hofmann morreu nesta terça-feira em Burg, na Basiléia (Suíça). Grande figura. Deixou de trabalhar como químico e se tornou filósofo místico, graças às inúmeras experiências que teve com o LSD ao longo dos anos. Chamava sua criação carinhosamente de ‘medicina para a alma’ e defendia a continuação de estudos e pesquisas sobre os efeitos da droga no cérebro humano e o seu uso na psicanálise bem como no tratamento de distúrbios mentais graves. Considerava sem sentido a proibição do LSD e substâncias alucinógenas similares como a mescalina.
Navegando pela internet, encontrei a tradução do prefácio que ele escreveu para o livro Moksha, de Aldous Huxley. Esse livro é uma compilação de textos, artigos, entrevistas e palestras do escritor inglês sobre drogas psicodélicas e experiências visionárias. Huxley era um estudioso do assunto e, quando morreu (em 1963), pediu à mulher que lhe desse uma última dose de LSD no leito de morte.
Segue um trecho do prefácio:
Aldous Huxley dispôs-se a demonstrar como o poder interior dessas drogas sacramentais poderia ser usado para o bem-estar de pessoas que vivem numa sociedade tecnológica hostil a revelações místicas. Os ensaios e conferências reunidos neste volume vão permitir uma melhor compreensão dessas idéias. Na opinião de Huxley, o uso de psicodélicos devia ser parte de uma técnica de “misticismo aplicado” que ele descreveu para mim numa carta de 29 de fevereiro de 1962 como “Uma técnica para ajudar as pessoas a aproveitar o máximo de sua experiência transcendental e a usar suas percepções do ‘outro mundo’ ao lidar com ‘este mundo’. Meister Eckhart escreveu que ‘o que é recebido em contemplação tem que ser distribuído em amor’. Essencialmente é isto que deve ser desenvolvido – a arte de distribuir em amor e inteligência o que é recebido em visões e na experiência de autotranscendência e solidariedade com o universo.”
Em seu último e mais comovente livro, o romance utópico A ilha, Aldous Huxley descreve o tipo de estrutura cultural na qual os psicodélicos – chamados, em sua narrativa, medicina-moksha – poderiam ser aplicados de maneira benéfica. Moksha é, portanto, um título bem apropriado para este livro, pelo qual devemos agradecer aos seus organizadores.
Moksha é uma palavra sânscrita que refere-se à libertação do ciclo do renascimento e da morte. É, para os hindus, a transcendência do fenômeno de existir.
Boa viagem, Hofmann!
Posted by escriba on 25 Apr 2008 | Tagged as: Meio Ambiente, drogas
Posted by escriba on 10 Mar 2008 | Tagged as: drogas, filosofia
O filósofo espanhol Javier Esteban, em entrevista ao jornal La Vanguardia, defendeu o direito de ficar embriagado, no sentido mais lato da palavra. Tá no Uol, para assinantes. Mas como quem tem amigos não morre pagão, me mandaram a íntegra dela, que eu reproduzo abaixo.
Filósofo defende o direito de ficar bêbado
“A embriaguez é um direito humano fundamental”, diz Javier Esteban
Víctor-M. AmelaTenho 42 anos. Nasci e vivo em Madri. Licenciado em Filosofia e Direito, dirijo a revista universitária “Geração XXI”. Sou casado e tenho duas filhas, Alma (10) e Sol (8). Sou um excêntrico de centro. Sou sufi: caminho para onde caminha o amor. O poder combate a embriaguez.
A entrevista:
LV - O que é a embriaguez?
Esteban - Uma expansão da consciência que descortina os véus que ocultam a realidade.LV - Desde quando ela existe?
Esteban - Desde sempre. Até os animais se drogam com substâncias naturais, com frutos fermentados… Formigas, cabras, pássaros, macacos… Todos se extasiam e brincam!LV - Então nós somos como os animais?
Esteban - Não, eles agem por um determinismo instintivo, mas nós temos liberdade! Liberdade para a embriaguez. Liberdade para experimentar com a nossa consciência.LV - Liberdade para nos drogarmos?
Esteban - É o uso dessa liberdade que nos torna humanos! O direito à embriaguez, portanto, é um direito humano fundamental.“Que ninguém venha me dizer quantos copos de vinho eu posso beber”, disse Aznar. Ele tem razão. Mas com certeza a droga favorita dele é o poder, como a de Zapatero…
LV - Nem Zapatero nem Rajoy nunca fumaram nem um baseado, conforme declararam.
Esteban - Por uma questão de geração, custa-me crer que Zapatero nunca tenha experimentado um baseado. É como se o pai dele nunca tivesse provado um copo de vinho!
LV - Quem é que coíbe o direito humano à embriaguez, em sua opinião?
Esteban - A Igreja católica e o Estado (igreja laica), que querem fiscalizar a nossa consciência.LV - Castigando os motoristas bêbados?
Esteban - Não, eu não me oponho a sancionar as condutas que são perigosas para terceiros. Mas critico o fato de que estão boicotando o autocontrole que temos de nossa consciência.LV - Desde quando isso acontece?
Esteban - Começou com a destruição do templo grego de Eleusis, no século 4 d.C.LV - Agora você foi longe!
Esteban - Desde o ano de 1.500 a.C., no contexto dos mistérios eleusinos, acontecia um ritual de embriaguez que cada grego vivia uma vez na vida, e isso lhes abria as portas da consciência.LV - Em que consistiam esses mistérios?
Esteban - Eram rituais que aconteciam à noite. Em comunhão coletiva, eles ingeriam um enteógeno.LV - O que é um enteógeno?
Esteban - A palavra significa “deus existe dentro de mim”. É uma substância psicoativa capaz de induzir a uma experiência extática de unidade com o cosmos. Uma vivência da divindade.LV - Que substância era ingerida em Eleusis?
Esteban - Uma sopa de cereal chamada “kikeon”, que continha cornelho de centeio, um fungo com uma substância psicoativa idêntica ao LSD, o enteógeno mais poderoso conhecido.LV - O que acontecia então?
Esteban - Cada um vivia a sua própria experiência de consciência expandida. Símbolos eram mostrados e cenas eram representadas para guiar o indivíduo ao autoconhecimento.LV - Era uma embriaguez ritualizada?
Esteban - Sim, fazia parte do sistema, em benefício da livre consciência de cada indivíduo. Isso foi varrido, destruído. Hoje sentimos falta disso, e nossos jovens, ignorantes, acabam causando danos a si mesmos em suas irrefreáveis tentativas de embriaguez.LV - Quem destruiu esse ritual?
Esteban - Os bárbaros e os monges cristãos nestorianos, no século 4 d.C. A cultura ocidental ficou sem referência de embriaguez.LV - Temos o vinho, o álcool…
Esteban - Não são enteógenos, são muletas úteis para nossas vidas insatisfatórias, escravizadas pelo rendimento econômico. E, em vez de expandir a consciência, a deixam turva.LV - Um pouco de álcool pode cair muito bem.
Esteban - A verdade é que o veneno está na dose, como diziam os gregos.LV - Que personagens ilustres sabiam disso?
Esteban - Toda a obra de Platão é uma crônica de embriaguez! Aqueles filósofos, assim como os xamãs, chegavam ao êxtase, assim também como os druidas e depois as bruxas, ou até mesmo os místicos, ébrios sem substâncias, que tanto inquietaram a Igreja. O poder estabelecido sempre combateu essas pessoas!LV - Por que motivo?
Esteban - Não há nada mais dissolvente que o livre acesso à própria consciência! Por isso Nixon arremeteu contra os profetas do LSD (Hoffman, Junger, Michaux, Wason, Huxley, Kesey, Leary…), cujas experiências alimentaram o feminismo, a militância ecológica, o pacifismo, os direitos civis… Nixon declarou guerra à consciência: quando começou a guerra contra a droga, começou a grande catástrofe.LV - Que catástrofe?
Esteban - Milhões de presos, dezenas de milhares de mortos, narcoditaduras, a terceira maior fonte de renda do mercado negro no mundo, camponeses com fome, multiplicação de politoxicomanias… A proibição da droga foi o maior erro do século 20!LV - Você propõe eliminar a proibição?
Esteban - Por acaso a proibição evitou que nossas crianças estejam se metendo com drogas aos 13 anos de idade? Não! Pelo contrário: a proibição presenteia as máfias com um poder imenso.LV - Um político colombiano já me disse isso…
Esteban - Muitos governantes já reconhecem o fracasso da praga proibicionista.LV - Você faz a apologia das drogas?
Esteban - Das drogas não, mas da embriaguez. Qualquer pessoa maior de idade deveria poder consumir qualquer substância (com o limite único da liberdade de terceiros). E, veja só, Silicon Valley nasceu da embriaguez de pessoas como Bill Gates. Este sim admite que fumou alguns baseados!LV - O que você diria a Zapatero?
Esteban - Que o direito à embriaguez é um direito inerente à liberdade de consciência, e que a lei deveria protegê-lo.Tradução: Eloise De Vylder
Posted by escriba on 07 Jan 2008 | Tagged as: cachaça, drogas
Licor de maconha lançado em Amsterdã. O que será que os moralistas e defensores da proibição às drogas dirão a respeito? Vou encomendar uma garrafa e oferecer à primeira pessoa que for lá em casa e defender as aventuras do Capitão Nascimento e do Bope…
Posted by escriba on 06 Jan 2008 | Tagged as: drogas, filmes

Minha maior crítica ao filme de José Padilha é a sua falta de equilíbrio no trato de um tema tão delicado como o consumo e tráfico de drogas. O diretor deixou-se levar pelo fascismo da elite policial carioca e fez um filme sem nuances, maniqueísta, comprando a tese - conscientemente ou não - de que o problema todo está no consumo apenas. Não há espaço para divergências e o (anti) herói Capitão Nascimento é alçado nas quase duas horas de projeção como o vingador que muitos desejam e exigem.
Padilha é um ótimo diretor de documentários. Na ficção ainda tá devendo. Num universo que tem 11 dimensões ou mais, ele conseguiu no máximo duas para cada personagem.
Já Meu Nome Não é Johnny, que acabei de assistir, é um primor justamente por conseguir tratar do mesmo tema sem idiossincrasias. Temos ainda a atuação brilhante de Selton Mello (que apaga o mico no pretensioso O Cheiro do Ralo), uma direção ágil e equilibrada, trilha sonora empolgante e um puta roteiro bem amarrado. Retrata com fidelidade a classe média consumidora, o tráfico, a polícia, o Rio da década de 1990, o Baixo Gávea, o cárcere, o manicômio judiciário. E usa com perfeição o humor para dar leveza ao tema. O filme defende o ponto de vista de que ninguém é irrecuperável, mas não o faz ostensivamente. É equilibrado.
Há quem diga que Profissão de Risco (com Johnny Depp) é o melhor filme já feito sobre a cocaína. Meu Nome Não é Johnny chega muito perto disso. Em todos os quesitos.
Posted by escriba on 10 Dec 2007 | Tagged as: drogas, filmes, humor
O verão mais louco da história brasileira, quando 20 mil latas de maconha boiaram entre o Rio de Janeiro e Santa Catarina a partir do final de 1987, vai virar filme pelas mãos do diretor João Falcão.
O trailer, se ele quiser, já tá pronto:
Posted by escriba on 05 Dec 2007 | Tagged as: drogas

(Acima um registro de uma batida policial em Washington a depósitos ilegais de bebidas alcóolicas na época em que vigorava nos EUA a Lei Seca - 1920-1933)
Pesquisa feita nos EUA pelo Instituto Zogby no aniversário da derrubada da Lei Seca revela que 99% dos americanos não usariam heroína ou cocaína se elas fossem legalizadas. Atualmente, segundo o National Survey on Drug Use and Health (Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas e Saúde, que é mantido por uma agência do Serviço de Saúde dos Estados Unidos), 0,3% da população americana acima de 12 anos usou heroína nos últimos 30 dias e 2,4%, cocaína. O grande temor dos que advogam pela proibição das drogas, nos atuais moldes, é de que o consumo de drogas pesadas exploda com a legalização. A pesquisa mostra que não é bem assim.
A exemplo da Lei Seca dos anos 20, é curioso notar que hoje consome-se mais drogas em países que as proíbem do que naqueles que têm leis menos severas. Na Holanda, país que autoriza a venda e consumo de maconha em coffee shops, 12% dos jovens entre 15 e 24 anos admitiram ter fumado a droga em 2005. Na França, que prende quem fuma, foram 24%. Nos EUA, que prende 800 mil usuários por ano, quase 28%.
A tal explosão de consumo de drogas caso elas sejam legalizadas é um fantasma que alimenta a violência nas cidades e as organizações criminosas, desinforma os jovens e deixa ao deus-dará os que precisam de ajuda médica por conta do consumo excessivo de substâncias entorpecentes.
E ainda tem energúmenos que classificam esse tipo de notícia como apologia…