comportamento

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Yang offline, Obama online

Posted by escriba on 17 Nov 2008 | Tagged as: comportamento, internet, politica, tecnologia

E por falar no New York Times, acabei de receber alerta por email dos caras: Jerry Yang tá com um pé fora do Yahoo! Depois de resistir bravamente às investidas paquidérmicas da Microsoft, e fracassar na parceria com o Google, o fundador da empresa vai ser substituído por pressão dos acionistas. Vai pra casa, Padilha?

Enquanto isso, na Casa Branca, Barack Obama pode ser o primeiro presidente americano online da história. Viciado em Blackberry como todo cara de sua geração, já pediu pra equipar sua mesa no Salão Oval com um laptop. A burocracia de Washington já avisou que Barack não terá mais tanta facilidade em acessar e enviar emails, até por razões de segurança, mas como ele mesmo mostrou durante a campanha, estar online agiliza os processos e mantém o sujeito antenado com o que está acontecendo por aí, em tempo quase real.

Já imaginou, acabar com a guerra no Iraque com um SMS?

E seria a caixa-postal do Obama algo parecido com isto?

Vampiro de energia

Posted by escriba on 20 Oct 2008 | Tagged as: Meio Ambiente, Rede Ecoblogs, comportamento, consumo, energia

Que o famigerado stand-by sugava energia pacas, eu já sabia. Mas não tinha idéia do quanto até ver esse vídeo. É assustador. Uma régua de energia, daquelas que tem várias tomadas e pode ser desligada quando os aparelhos não estiverem em uso, já ajuda a conter esse desperdício.

Karma

Posted by escriba on 14 Oct 2008 | Tagged as: Meio Ambiente, Rede Ecoblogs, comportamento


Precisamos nos reconectar ao planeta! (filme genial da WWF!)

Gordos e motorizados

Posted by escriba on 10 Oct 2008 | Tagged as: Meio Ambiente, Rede Ecoblogs, carro, comportamento, consumo

Quer emagrecer? Em vez de dietas malucas, que tal circular pela sua cidade a pé, de bicicleta ou em transporte público? É o que defende o pessoal do Transportation Alternatives, que prova por A + B que onde o carro é menos usado, as pessoas são mais magras e sadias. De quebra vc ajuda a deixar sua cidade mais bonita, menos poluída e barulhenta, e ainda contribui para evitar as mudanças climáticas.

Peguei a dica lá no Blog do Planeta.

Michael Moore online e gratuito, mas só nos EUA e Canadá

Posted by escriba on 23 Sep 2008 | Tagged as: comportamento, documentario, filmes, internacional, internet, politica

Michael Moore nos dá uma boa e uma má notícia hoje. Primeiro vamos à boa: o seu novo documentário, Slacker Uprising, está disponível online para ser baixado gratuitamente. Agora, a má: apenas residentes dos Estados Unidos e Canadá podem fazê-lo sem infringir leis americanas de direito autoral. Confesso que tentei burlar essa condição, que já estava dada há meses quando ele anunciou que o filme seria distribuído dessa forma. Mas hoje, data marcada para liberar o documentário, fui acessar o link e o site identificou meu computador como sendo de fora dos EUA e Canadá… :(

Alguém sabe como contornar isso? (ATUALIZAÇÃO: meu camarada Élcio deu a senha para burlar a alfândega virtual. Basta colocar o link no site Btunnel. Bom filme!)

O filme é sobre a viagem que o cineasta fez a dezenas de cidades americanas durante a campanha presidencial de 2004 tentando convencer jovens a votarem - de preferência no candidato democrata, à época John Kerry contra o dragão da maldade (Bush, claro). Mais, aqui no Omelete.

O trailer do filme:

Um Hummer em Bagdá

Posted by escriba on 16 Jun 2008 | Tagged as: carro, comportamento

Soldados americanos circulam pelas caóticas ruas da capital iraquiana a bordo de um Hummer, dando um chega-pra-lá em todos que se colocam no caminho. Seria cômico, se não fosse trágico.

O vídeo é antigo, mas eu ainda não tinha publicado aqui…

Gisele Bündchen agora posa de ‘verde’

Posted by escriba on 28 May 2008 | Tagged as: Meio Ambiente, comportamento

A fur scum está com um blog pretensamente ecológico e diz que quer discutir meio ambiente com os visitantes. É claro que todos nós podemos mudar hábitos e levar a vida ambientalmente sustentável, mas… sinceramente? O caso aqui está mais para maquiagem verde. É só conferir o estilo de vida dela e comprovar. O caso é que a modelo sofreu um bocado no passado com grupos de defesa de animais, como o Peta, e tenta desde então refazer a imagem. Tomara que a jogada de marketing fique pra valer com o tempo…

Estilo de vida

Posted by escriba on 27 May 2008 | Tagged as: Meio Ambiente, Rede Ecoblogs, alimentação, civilização, comportamento, consumo

Está no ar mais um artigo de Rex Weyler, escritor, jornalista e ecologista, sobre a história do ambientalismo e, por tabela, do Greenpeace. No texto deste mês, Weyler discute o consumo consciente e a importância de termos a noção de que o planeta é finito, seus recursos idem, mas a voracidade humana não. Ou mudamos isso ou vamos todos pro buraco - ricos, pobres, ecologistas, desenvolvimentistas, políticos, cidadãos e quem mais por aqui estiver.

Ele lembra os estudos feitos pelo economista britânico Thomas Malthus sobre a sinuca de bico que enfrentamos por conta do crescimento populacional desmedido. Temos cada vez mais gente no planeta, que consome e desperdiça de montão e só pensa em ter mais e mais. A atual crise dos alimentos é apenas a ponta do iceberg desse imenso problema. Mais pela tacanhice de governos e empresas que apostam num modelo falido de agricultura industrial do que pela falta de soluções. E isso vale para toda a cadeia de produção existente. Ela não é sustentável, reciclável, justa, equitativa, bem distribuída e geradora de riqueza, pelo contrário.

Na segunda-feira, em Bruxelas, o Greenpeace fez um protesto pra lá de divertido contra o lobby da indústria automobilística que prefere colocar o clima em xeque a perder alguns caraminguás de lucro. Desfilando pelas ruas da cidade belga com um carro similar ao da família Flintstones, os ativistas criticaram as empresas de carros que sabotam há anos a adoção de leis na Europa que reduzam as emissões de carbono de seus veículos. Para essas empresas, a tecnologia (etanol, carros híbridos, etc) vai nos salvar - como os transgênicos acabariam com a fome e os computadores reduziriam o consumo de papel e salvariam as florestas. Nada disso aconteceu, mas a mesma mentira continua sendo vendida como panacéia a todos os males ambientais. Até quando?

Do jeito que levamos a vida atualmente, a questão não é se vamos desaparecer, mas quando. Temos tempo para mudar isso? Talvez. Se não dermos o primeiro passo, sempre o mais difícil, não rola mesmo. Já deu o seu?

Pra facilitar, traduzi 12 idéias apresentadas por Weyler em seu artigo, compiladas por ele em textos de pensadores ecológicos como Arne Naess, filósofo e montanhista norueguês; Paul Shepard, ambientalista americano; Rachel Carson, ambientalista, escritora e cientista americana; e Bob Hunter, jornalista canadense, um dos fundadores do Greenpeace; entre outros. São os fundamentos da ecologia profunda, em que nós, seres humanos, não somos nem melhores nem piores do que tudo o mais que existe no planeta. Só a convivência harmoniosa entre seres vivos e meio ambiente garantirá nossa sobrevivência. Vamos às idéias:

1 - A importância do valor intrínseco do selvagem, natureza, diversidade, simbiose e complexidade, independentemente dos desejos humanos ou sua existência.

2 - Tudo na natureza existe em sistemas interligados. Nenhuma espécie opera independentemente. A unidade de sobrevivência da evolução é “espécies-em-um-ambiente”, co-existindo com todos os outros sistemas de vida.

3 - O senso humano de ’ser’ expandiu-se para incluir esses sistemas vivos. A popular noção de economia em que as pessoas agem como perseguidores privados de felicidade permanece como um conceito trágico, destinado ao fracasso.

4 - Biocracia: expandindo a idéia de ‘direitos’ para todas as coisas, mas mais importante para o sistema ecológico em si, e portanto limitando a interferência humana na natureza.

5 - A natureza não é um ‘recurso’: Os elementos da natureza que chamamos de ‘recursos’ também fornecem recursos para tudo o mais que vive no planeta e têm valor em si mesmos. Um rio é uma parte viva de um sistema, não apenas um ‘recurso’ para servir a propósitos humanos.

6 - Desenho ecológico: nossas ferramentas devem imitar e trabalhar com os hábitos, leis e desenhos da natureza. Têm que ser 100% recicláveis, usar o mínimo de energia possível, integrar sistemas vivos, ter baixo impacto e assim por diante.

7 - A destruição da ecologia de suporte traumatizou a humanidade e levou os pobres a mais pobreza e desolação e os ricos à ansiedade, vício e violência. É preciso tempo para curtir a montanha, o litoral, a floresta, como parte de um período de auto-medicação. Toda perda de lugares selvagens reduz o bem-estar humano.

8 - Justiça social, igualdade de gênero e paz internacional: guerra, sexismo, racismo e injustiça não apenas causam sofrimento direto mas também contribuem para catástrofes ecológicas.

9 - Diminuir a população humana: a civilização humana que entende a natureza limitará sua interferência no planeta reduzindo seu tamanho. Um passo positivo para tal é reduzir, nos próximos dois séculos, talvez, a população humana para cerca de 1 bilhão de pessoas - mais ou menos o equivalente à população mundial no século 19. Os direitos das mulheres à contracepção poderia contribuir para atingirmos esse objetivo. A discussão sobre a população mundial envoca direitos humanos, direitos culturais, racismo e imigração. Quem tem o direito de dizer a outros humanos para que não se reproduzam? A resposta é que o planeta Terra tem o direito e o exercerá se nós não o fizermos. Uma população humana excessiva reduz a qualidade de vida e de tudo o mais.

10 - Simplicidade: aprender a melhorar a qualidade de vida das maneiras mais simples e com menor interferência na natureza. Isso requer uma mudança de expectativas, a redescoberta do prazer da simplicidade e um ambiente de apoio - os prazeres da natureza, paz, comunidade, família e criatividade. Menos coisas, mais paz de espírito.

11 - Ação: não resolveremos nosso dilema com filosofia e slogans apenas. A nova sociedade humana ambiental requer ação em todos os níveis. Primeiramente, precisamos proteger a vida selvagem e relocalizar a sobrevivência humana.

12 - Desde o advento dos impérios, agricultura e vida urbana, a humanidade tem procurado pelo paraíso em vários lugares errados - em riqueza, poder, dinheiro e reinos invisíveis além do tempo e do espaço. Nós humanos parecemos ter um senso inato de mistério, mas fracassamos em idolatrar o que nos sustenta, que é o planeta.

(Para ler o texto de Rex Weyler na íntegra, clique aqui)

A natureza tem valor, leis e limites. Não adianta apenas colar uma etiqueta ‘verde’ em nossas ações e mantê-las iguais ao que eram antes. Há quem diga que isso tudo é pregar o fim de confortos duramente conquistados pela humanidade. Balela. Ir à padaria de carro não é questão de conforto, mas de preguiça. Ter zilhões de eletrodomésticos em casa para fazer a mesma coisa não é prático, é ostentação oca. Se empanturrar de carne e depois tomar um monte de remédio pra curar doenças esquisitas é tão estúpido quanto viver reclamando do trânsito de São Paulo e nunca pegar um ônibus ou trem, alegando que não são transportes de qualidade.

Vai, somos mais inteligentes do que isso… Ou continuaremos a ser apenas macacos?

Baixo consumo não é sinônimo de consciência ecológica

Posted by escriba on 08 May 2008 | Tagged as: Meio Ambiente, Rede Ecoblogs, alimentação, comportamento, consumo, imprensa

Em jornalismo, não é incomum a gente ver títulos de matérias que pouco ou nada têm a ver com seu conteúdo. Muitas vezes, o texto não traz informação que renda um bom título, ou o editor tem uma grande sacada e resolve dar o que chamamos de esquentada no título, pra atrair a atenção do leitor. Foi o que fizeram com a pesquisa da revista National Geographic, o Greendex 2008: Escolha do Consumidor e Meio Ambiente.

O tal Greendex consultou, pela internet, consumidores de 14 países sobre seus hábitos de consumo, transporte, habitação e alimentação, e apontou brasileiros e indianos como os mais verdes do mundo, seguidos dos chineses, mexicanos, húngaros, russos, ingleses, alemães, australianos, espanhóis, japoneses, franceses, canadenses e, por fim, americanos.

A impresa, com aquela profundidade de um pires que lhe é característica, cravou: brasileiros e indianos são os que mais respeitam o meio ambiente. Nada mais falso. Ora, está claro que países em desenvolvimento aparecem na frente não porque seus habitantes têm maior consciência ecológica, mas pelo simples fato de que eles não têm o mesmo padrão de consumo dos países desenvolvidos. Um indiano não gasta menos energia elétrica que um japonês, um chinês não come menos produtos industrializados que um inglês, um brasileiro não compra menos bugigancas que um americano por ser mais ambientalmente responsável. Essa afirmação é falsa. Eles, isso sim, causam é menos impacto ambiental com seus hábitos de consumo, porque seu atual nível sócio-econômico não lhes permite ter o mesmo padrão de vida que os europeus, americanos e japoneses. Se lhes for dada a chance - e a tal globalização vive pregando isso - consumirão tanto ou mais. E o planeta que se vire para sustentar tudo isso! A questão não é apenas a quantidade do que se consome, mas a qualidade desse consumo.

O site Story of Stuff, da ativista Annie Leonard, traz um dado interessante: 99% do que o americano compra vai pro lixo após apenas seis meses de uso! Não é de se estranhar. A base da economia americana é diretamente ligada ao consumo - tanto que, para resolver o problema da atual recessão, o presidente Bush está enviando cheques de até US$ 600 para cada americano que ganha até um X por mês para que ele gaste em compras. O padrão lá é: compre o quanto puder para que a economia americana não afunde. Não tá funcionando a contento e, pior, vai acabar afundando o planeta inteiro!

A propósito: recebi por email uma série de fotos que revelam de maneira bem interessante como é o consumo alimentar em uma semana de famílias típicas de nove países diferentes - Alemanha, Estados Unidos, Itália, México, Polônia, Egito, Equador, Butão e Chade. Não sei de onde veio essa série, mas as (belas) fotos falam por si:

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(Alemanha: Família Melander de Bargteheide. Despesa com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros / $500.07 dólares)

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(Estados Unidos da América: Família Revis da Carolina do Norte. Despesa com alimentação em 1 semana: $341.98 dolares)

image003.jpg
(Italia: Família Manzo da Secília. Despesa com alimentação em 1 semana: 214.36 Euros / $260.11 dolares)

image004.jpg
(México: Família Casales de Cuernavaca. Despesa com alimentação em 1 semana: 1,862.78 Pesos / $189.09 dólares)

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(Polónia: Família Sobczynscy de Konstancin-Jeziorna. Despesa com alimentação em 1 semana: 582.48 Zlotys / $151.27 dólares)

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( Egito: Família Ahmed do Cairo. Despesa com alimentação em 1 semana: 387.85 Egyptian Pounds / $68.53 dólares )

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(Equador: Família Ayme de Tingo. Despesa com alimentação em 1 semana: $31.55 dólares )

image008.jpg
( Butão: Família Namgay da vila de Shingkhey. Despesa com alimentação em 1 semana: 224.93 ngultrum / $5.03 dólares )

image009.jpg
( Chade: Família Aboubakar do campo de refugiados de Breidjing. Despesa com alimentação por semana: 685 Francos / $1.23 dólares)

Apocalipse motorizado e algumas (divertidas) soluções

Posted by escriba on 13 Apr 2008 | Tagged as: Meio Ambiente, Rede Ecoblogs, carro, comportamento, livros

O livro Apocalipse Motorizado - A Tirania do Automóvel em um Mundo Poluído pode ser baixado gratuitamente no site da editora Conrad até o dia 30 de abril.

O livro traz uma coletânea de textos que discutem a dependência que nossa sociedade tem com os carros e os efeitos colaterais disso - poluição, dependência do petróleo, expropriação do espaço público comum e a exclusão social. Num dos capítulos, são propostas ações práticas para diminuir essa dependência - andar mais a pé e de bicicleta, usar transporte público, fazer passeios mais próximos de casa, e por aí vai.

O livro é ilustrado pelo cartunista americano Andy Singer, autor do livro CARtoons.

Park(ing) Day em São Francisco

Uma proposta que não lembro se está no livro mas que é levada a cabo todos os anos pelo grupo Rebar, formado em 2004 por um grupo de ativistas, designers e artistas, é o de ocupar vagas de estacionamento nas ruas. O Rebar tenta mostrar às pessoas que não devemos simplesmente aceitar passivamente nossa vida cotidiana e suas relações sociais aparentemente auto-evidentes.

Como funciona essa ocupação? Veja o vídeo abaixo:

A iniciativa, batizada de Park(ing) Day, acontece todos os anos em São Francisco (EUA) e em outras cidades do mundo. Este ano será no dia 19 de setembro. No ano passado, Rio, São Paulo e Belo Horizonte participaram, além de outras 47 cidades de todo o mundo.

Em Belo Horizonte, o evento foi batizado de Vaga Verde e realizado na praça Savassi, em frente a uma loja do McDonalds. Saiba o que rolou clicando aqui.

No Rio, muda o nome (para Vaga Viva) mas a proposta é a mesma. Posso estar enganado, mas pelas fotos que vi, o evento rolou na avenida Rio Branco, no centro.

Nessas e em outras cidades (brasileiras ou não), a iniciativa se mesclou em 2007 com o Dia Mundial Sem Carro - confira as fotos.

A missão dessas divertidas ações é repensar a forma como as ruas são usadas, chamar a atenção para a necessidade de parques urbanos e melhorar a qualidade do habitat urbano humano. Se tivermos menos carros nas ruas, teremos mais espaço, mais qualidade de vida, um ar mais respirável e menos barulho, menos acidentes, menos estresse no trânsito.

Quer saber como fazer um desses mini-parques urbanos? Clique aqui então!

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