canalhice

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Tem vestal com batom na cueca

Posted by escriba on 12 Jul 2008 | Tagged as: boca no trombone, canalhice, imprensa

O que tem de gente com as barbas de molho, depois que Dantas e sua turma foi enquadrada, não tá no gibi. A Polícia Federal tá com uma lista com quase 100 nomes de brasileiros que mandaram dinheiro para paraísos fiscais no exterior com uma mãozinha do banco do sujeito, o Opportunity. São empresários, comerciantes e jornalistas. Tô curioso pra saber alguns desses nomes, muitos dos quais certamente posam em público de vestal da moral e bons costumes, mas nos bastidores participam das maiores putarias.

E um outro relatório da PF cita as revistas Veja e IstoÉ Dinheiro, além de Diogo Mainardi e Lauro Jardim, como colaboradores da quadrilha de Dantas.

É, a casa tá caindo…

Rumo aos 300 km de engarrafamento (com apoio da Folha)

Posted by escriba on 12 May 2008 | Tagged as: canalhice, carro, imprensa, politica

Que a imprensa de São Paulo não é exemplo de jornalismo, não é novidade alguma. Mas com a internet, fica cada vez mais difícil para o (tu) baronato da mídia manter a pose de vestal. Afinal, o que antes embrulhava peixe agora circula pela internet com uma velocidade impressionante. Veja o caso da ponte estaiada da marginal Pinheiros, já apelidada de estilingão. Foi inaugurada no último fim de semana com pompa e circunstância e matérias elogiosas dedicadas a ela por Folha e Estadão. O protesto feito por grupos contrários à obra, que preferiam ver os milhões gastos em ciclovias, despoluição do rio Pinheiros, etc, foi relegado ao pé das páginas de culto ao segundo maior monumento paulistano ao automóvel - o primeiro, a meu ver, é o minhocão, aquela aberração malufista no coração de São Paulo.


(desligue a rádio pra curtir o vídeo da invasão dos ciclistas na inauguração do estilingão)

O estilingão, no entanto, já foi alvo de muita pedrada dos (tu) barões da mídia paulista, principalmente da Folha. Isso porque a obra foi iniciada na gestão Marta Suplicy, em 2005. E o projeto inicial incluía a construção de moradias populares para os moradores de favelas locais, as mesmas que a gestão Kassab/Serra quer tirar dali na marra, com o vergonhoso cheque despejo de R$ 5 mil. Eu particularmente acho que a ponte é horrível, mas o projeto da Marta era bem mais interessante e socialmente justo do que o executado por Kassab/Serra.

Mas o que dizia a Folha em 2005? Segue abaixo o editorial publicado em maio daquele ano (resgatado pelo blog do Favre):

PROJETO EXTRAVAGANTE

É acertada a decisão do prefeito José Serra (PSDB) de retomar as obras que ligam as avenidas Jornalista Roberto Marinho (antiga Água Espraiada) e a marginal Pinheiros, deixando de lado a construção de duas pontes sobre o rio Pinheiros, na zona sul da cidade, previstas no projeto original aprovado pela administração da ex-prefeita Marta Suplicy. A justificativa apresentada por José Serra é que a construção dessas pontes estaiadas (suspensas por cabos de aço) encareceria desnecessariamente a obra.

A cautela e a mudança do projeto original são procedentes. Com as pontes endossadas por Marta, toda a empreitada custaria nada menos que R$ 147 milhões. Sem elas, o custo total -que inclui outras alterações na malha viária, além da construção das alças- cai para R$ 85 milhões.

É duvidoso, ademais, que a venda em leilões dos Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção), títulos que dão direito de construir além dos limites estabelecidos em certas áreas da cidade, possa gerar recursos suficientes para arcar com as despesas previstas inicialmente no projeto. No ano passado, os leilões desses papéis, realizados para angariar fundos para a construção das pontes, não conseguiram amealhar mais do que R$ 35 milhões, soma muito aquém da estimada para a conclusão das obras.

Além de cara, a construção dessas pontes suspensas está longe de ser uma prioridade para aquela área da cidade. A ligação da avenida Roberto Marinho com a marginal Pinheiros pode continuar a ser feita, sem maiores transtornos, através de duas outras pontes já existentes a apenas 800 metros do local. Essa circunstância, aliás, torna ainda mais extravagante -e suspeito- o projeto deixado pela gestão petista, para o qual, até aqui, não foram apresentadas justificativas convincentes.

A pergunta que não quer calar é: a Folha mudou de opinião porque o estilingão foi batizado com o nome de seu patrono, o (tu) barão Octavio Frias de Oliveira?

Foi suicídio, estúpido!

Posted by escriba on 06 May 2008 | Tagged as: Meio Ambiente, boca no trombone, canalhice

O fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, acusado de ser o mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang, foi absolvido nesta terça-feira em julgamento realizado em Belém, no Pará. Já o pistoleiro contratado para matar a religiosa, Rayfran das Neves Sales, o Fogoió, foi condenado a 28 anos de prisão. O júri aceitou o argumento do pistoleiro, de que teria agido por conta própria. Foi o segundo julgamento de ambos. No primeiro, Vitalmiro havia sido condenado a 30 anos de prisão. Agora está livre como Dorothy estava quando foi emboscada em fevereiro de 2005, no meio da floresta amazônica, e morta com sete tiros a queima-roupa. Ela tinha 73 anos.

Não estranharia nem um pouco se, num hipotético terceiro julgamento, Fogoió também fosse absolvido e o júri decretasse que Dorothy Stang, na verdade, cometera suicídio!

É brincadeira… temos um monte de corruptos, mas nenhum corruptor; pistoleiros de aluguel à vontade, mas nenhum mandante.

Histeria amarela

Posted by escriba on 16 Jan 2008 | Tagged as: canalhice, imprensa

A dama do ‘caos aéreo’ volta a carga nas asas da febre amarela. No último dia 9 de janeiro, Eliane Cantanhêde (colunista da Folha de S. Paulo e casada com um marqueteiro tucano, Gilnei Rampazzo) escreveu um texto altamente irresponsável, Alerta Amarelo, incitando os brasileiros a se vacinarem contra a febre amarela.

Diz ela:

Com sua licença, vou usar este espaço para fazer um apelo para você que mora no Brasil, não importa onde: vacine-se contra a febre amarela! Não deixe para amanhã, depois, semana que vem… Vacine-se logo!

A febre amarela é uma doença infecciosa causada por vírus e pode ser fatal. Hoje mesmo (terça, 08/01), morreu um homem de 38 anos em Brasília, plena capital da República, com febre alta, dores musculares, náuseas e vômitos. Possivelmente, foi vítima da doença. O alerta nem é mais amarelo, já é vermelho. E a vacina é altamente eficaz. Tomou, está livre da doença.

A colunista só esqueceu de avisar que as mortes e os casos confirmados até aqui são de pessoas que estavam ou na mata ou em regiões com incidência da doença (centro-oeste ou norte do país), algo perfeitamente compreensível. Não há uma epidemia, porque a doença não está fora de controle nem aparece em locais onde não se esperaria que ela ocorresse - nas cidades, por exemplo.

Anthony Erick Guimarães, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), única instituição na América Sul a fabricar a vacina contra a febre amarela, em debate na TV Pública, considerou um absurdo o auê promovido pela imprensa e diz que a situação está sob controle - ver no blog do Luis Nassif.

O desespero infundado está sendo alimentado por parte da mídia que não perde oportunidade de fazer política com tragédias - foi assim com os acidentes com os aviões da Gol e TAM, o tal ‘caos aéreo’, acidentes fatais em rodovias, etc. A Fiocruz está desesperada e pedindo para o pessoal se acalmar e não se vacinar a torto e direito. Se vc tomou a vacina menos de 10 anos atrás, não vive em região de mata e nem vai viajar para uma, então não precisa dela. Mas vi gente na TV dizendo que ia tomar de novo só pra ‘reforçar’!E os jornais dando manchetes e mais manchetes sobre os casos normais de febre amarela. Mais do que normais. Saca só:

2000: 85 casos (42 mortes)
2001: 41 casos (22 mortes)
2002: 15 casos (6 mortes)
2003: 64 casos (22 mortes)
2004: 5 casos (3 mortes)
2005: 3 casos (3 mortes)
2006: 2 casos (2 mortes)
2007: 6 casos (5 mortes)
2008 (até agora): 6 casos confirmados (3 mortes)

Todos os casos e mortes deste ano foram nas áreas em que a doença é endêmica. Onde está, pois, a epidemia? Onde está o motivo para tamanho alarde? Só na cabeça de jornalistas adeptos da cultura do medo.

Acho que nem a Cantanhêde conseguiria explicar… Por isso já há quem defenda que ela seja enquadrada na Lei de Contravenções Penais, que diz em seu artigo 41:

Provocar alarme, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto:

Pena - prisão simples, de 15 dias a 6 meses, ou multa.

Outros dizem que Eliane foi terrorista em sua coluna e portanto deve ser entregue ao Bush. Boa idéia!

ATUALIZAÇÃO: A terrorista voltou a carga esta semana, renovando o apelo histérico. Irresponsabilidade pouca é bobagem…

Anderson x ‘Schlep’: round 3

Posted by escriba on 21 Nov 2007 | Tagged as: canalhice, imprensa

Na briga que teve via email com o jornalista e escritor Jon Lee Anderson por conta daquele texto mequetrefe sobre Che Guevara que foi capa da Veja semanas atrás, o editor de internacional da revista, Diogo Schelp (ou ‘Schlep’, como queiram), deu piti e disse que o biógrafo nunca mais apareceria nas páginas da publicação da Abril.

Pois Anderson, em sua tréplica, não deixou barato:

Não cometa o erro de me acusar de defender Che porque critico você. Serei claro: a questão aqui não é Che, é a qualidade do seu jornalismo. Sua reportagem, no fim das contas, é simplesmente ruim e me choca vê-la nas páginas de uma revista louvável como Veja. Seus leitores merecem mais do que isso e, se aparecerei ou não novamente nas páginas da revista enquanto você estiver por aí, não me preocupa. O que PREOCUPA é que, com tantos jornalistas brilhantes como há no Brasil, foi a você que Veja escolheu para ser ‘editor de internacional’.

Leia aqui a íntegra do esculacho de Anderson. Depois dessa, ‘Schlep’, melhor ficar quietinho porque tá ficando ruim pro seu lado - nem a verborragia oca de ostentação expurgatória do sofista-mor Reinaldo ‘dodói’ Azevedo vai te ajudar…

Lembrete

Posted by escriba on 15 Nov 2007 | Tagged as: canalhice, imprensa, internacional

Agora a moda é mandar o outro se calar, na esteira da arrogância colonialista do rei espanhol. A Espanha se uniu (e o imprensalão brazuca também, evidentemente) para defender um rei e um ex-primeiro-ministro que são expressões modernas do franquismo, e atacar Chavez, o presidente cafuso venezuelano. Por eles, calavam-se todas as vozes que protestam contra o estado das coisas.

Pois para cada ‘cale-se’ que escutarmos, ouvirão: “tente a sorte!”

Eu vi El Rey andar de quatro,
de quatro caras diferentes.
E quatrocentas celas
cheias de gente.

Eu vi El Rey andar de quatro,
de quatro patas reluzentes.
E quatrocentas mortes…

Eu vi El Rey andar de quatro,
de quatro poses atraentes.
E quatrocentas velas
feitas duendes.

Leu na Veja? Azar o seu.

Posted by escriba on 14 Nov 2007 | Tagged as: boca no trombone, canalhice, imprensa

Mesmo quem não gosta de Che Guevara ficou estarrecido com a matéria de capa da Veja publicada no início de outubro por ocasião dos 40 anos da morte do líder revolucionário. O material escrito por Diogo Schelp e Duda Teixeira era tudo menos reportagem. Se fosse um editorial da revista, ok, faria sentido. Mas como jornalismo… Melhor ficar com a matéria feita em 1997 pela Dorrit Harazim, que é - esta sim - uma bela reportagem sobre Che. Será que os novos controladores da editora Abril têm algo a ver com essa, digamos, guinada de estilo em 10 anos? Huum….

Agora, quem detona a reportagem (sic) da Veja é ninguém menos que Jon Lee Anderson, jornalista americano autor da biografia mais conceituada sobre Che. Ele foi procurado à época por Schelp para falar sobre o assunto mas o papo não foi adiante. Ainda assim, Anderson foi citado na matéria, à maneira de Veja. O cara teve acesso à revista, leu o texto e ficou indignado. Mandou o seguinte email para Schelp:

Caro Diogo,

Fiquei intrigado quando você não me procurou após eu responder seu email. Aí me passaram sua reportagem em Veja, que foi a mais parcial análise de uma figura política contemporânea que li em muito tempo. Foi justamente este tipo de reportagem hiper editorializada, ou uma hagiografia ou – como é o seu caso – uma demonização, que me fizeram escrever a biografia de Che. Tentei pôr pele e osso na figura super-mitificada de Che para compreender que tipo de pessoa ele foi. O que você escreveu foi um texto opinativo camuflado de jornalismo imparcial, coisa que evidentemente não é.

Jornalismo honesto, pelos meus critérios, envolve fontes variadas e perspectivas múltiplas, uma tentativa de compreender a pessoa sobre quem se escreve no contexto em que viveu com o objetivo de educar seus leitores com ao menos um esforço de objetividade. O que você fez com Che é o equivalente a escrever sobre George W. Bush utilizando apenas o que lhe disseram Hugo Chávez e Mahmoud Ahmadinejad para sustentar seu ponto de vista. No fim das contas, estou feliz que você não tenha me entrevistado. Eu teria falado em boa fé imaginando, equivocadamente, que você se tratava de um jornalista sério, um companheiro de profissão honesto. Ao presumir isto, eu estaria errado. Esteja à vontade para publicar esta carta em Veja, se for seu desejo.

Cordialmente,

Jon Lee Anderson.

Detalhe: Anderson é conservador de carteirinha. Até o momento, nem Veja nem Diogo Schelp responderam ao jornalista americano.

(fonte: Pedro Dória)

ATUALIZAÇÃO: O Diogo ‘Schlep’ (como é mais conhecido…) respondeu ao Jon Lee Anderson e, grosseiro toda vida, disse que o jornalista americano não mais será citado na revista Veja. Caramba, Anderson deve estar inconsolável, né não? pfff….  Clique aqui para ler a resposta do Schlep.

Vai um copo de glifosato aí?

Posted by escriba on 31 Oct 2007 | Tagged as: Meio Ambiente, canalhice

Hoje de manhã fui naquele seminário sobre transgênicos que rolou na FGV aqui em SP e fiquei espantado com a falta de argumentação dos que defendem os organismos geneticamente modificados (OGMs) e sua liberação comercial. Confrontados com dados mais contundentes, saem pela tangente e evitam o debate, preferindo o deboche ou o silêncio. Foi o que vi no debate que reuniu na mesma mesa Jeffrey Smith, que há anos desmascara a indústria de biotecnologia, tendo escrito dois livros sobre o assunto; Rubens Nodari, gerente de recursos genéticos do Ministério do Meio Ambiente; e Marcelo Menossi, professor do Departamento de Genética de Evolução da Unicamp.

Esse professor Menossi deu um show de desinformação e prepotência, negando todo e qualquer problema com os transgênicos, chegando a afirmar que suspeita que todos os que apontam evidências nesse sentido tenham “ficado loucos” - sejam cientistas, ambientalistas ou políticos, de todo o mundo. Curioso que ele falou isso logo depois de Jeffrey ter mostrado que os pró-transgênicos normalmente ou ficam em silêncio ou fazem graça das críticas. “Foi brilhante, porque confirmou justamente o que eu disse minutos antes. Ele simplesmente não tinha nada”, afirmou Jeffrey a mim, durante o intervalo para o café. Durante o debate, Jeffrey chegou a dar o cartão dele para Menossi pedindo para que o professor lhe enviasse estudos e pesquisas que digam que os transgênicos são ok. Melhor esperar sentado…

Lá pelas tantas a discussão no auditório girou em torno do conflito de interesses - bola levantada por Nodari. Alguém da platéia perguntou: “A Unicamp tem algum tipo de parceria com a Monsanto?” Menossi disse simplesmente que não. E eu me encafifei lá com meus botões. “E ele, Menossi, tem algum tipo de conflito de interesse? Recebe ou já recebeu dinheiro da indústria de biotecnologia para suas pesquisas, trabalha em parceria com alguma delas?” Não tive tempo de perguntar a ele in loco, mas assim que tive acesso a um computador, tirei a dúvida no oráculo Google. Digitei: “Marcelo+Menossi+transgênicos”. Bingo! Ele é conselheiro da CIB (Conselho de Informações sobre Biotecnologia), que por sua vez tem entre seus parceiros empresas como Basf, Cargill, DuPont, Dow, Syngenta, Bayer e… Monsanto! Que cara-de-pau!

Para vc ter uma idéia até que ponto esse pessoal vai para desinformar, Menossi chegou a defender um cientista da CTNBio que afirmou num jornal que o agrotóxico glifosato usado em plantações transgênicas é praticamente inócuo para o ser humano, sendo possível até beber uma certa quantidade dele. Ao que alguém da platéia emendou de pronto: “O senhor beberia agora um copo de glifosato?” O professor poderia voltar para Campinas sem essa…

De resto, foi constrangedor. Enquanto Jeffrey e Nodari detalharam dados, pesquisas e relatórios científicos e econômicos que colocam em xeque (diria mate) os transgênicos, por sua nocividade ao meio ambiente, saúde humana e finanças dos agricultores, Menossi apenas questionava: “Será que há tanta gente de má-fé na indústria e nos órgãos reguladores?” Peralá, onde essa cara estava nos últimos dias? Não viu o que a indústria de laticínios faz para ludibriar consumidores e fiscalização?

Nodari lembrou uma antiga frase do botânico holandês Hugo de Vries, que disse em 1907:

Numa ciência aplicada como a genética agrícola, o econômico domina o científico e, além dos ganhos financeiros, determina o que é cientificamente verdadeiro.

Nada mais atual. E assustador. Segundo Jeffrey, a contaminação genética pode ser a próxima grande questão da humanidade.

Ela se auto-propaga e pode representar em breve um risco maior para a humanidade do que o aquecimento global e o lixo nuclear.

A hora de pôr os pingos nos ‘iis’ é agora. E a França, maior país agrícola da Europa, deu o primeiro grande passo para pôr a transgenia no seu devido lugar: no laboratório de testes.

Testando hipóteses também lá fora

Posted by escriba on 02 Oct 2007 | Tagged as: brasil, canalhice, imprensa, internacional

A Teoria das Hipóteses (ou Cinismo Hipotético), de Ali Kamel, enfim ganha o mundo. Segundo notícia da Associated Press sobre a instabilidade política na Bolívia de Evo Morales, o jornal O Globo “deu credibilidade à lorota mais assustadora do ano”. Diz a matéria da AP (ver íntegra aqui):

“O Globo, um dos maiores jornais do Brasil, deu credibilidade à lorota mais assustadora do ano. Citou uma autoridade estadual anônima de Santa Cruz dizendo que uma milícia anti-Morales, de 12 mil homens, estava escondida na floresta, esperando o momento certo. O repórter do jornal nunca viu a milícia e não apareceu nenhuma prova para confirmar a fofoca”. (Tradução de Luiz Carlos Azenha, do blog Vi o Mundo)

Que beleza, não? A notícia correu o mundo e está em dezenas de portais de notícias na internet - menos no Globo Online, claro. Kamel deve estar orgulhoso…

O Irã que se cuide

Posted by escriba on 27 Sep 2007 | Tagged as: canalhice, imprensa, internacional, politica

A Fox News continua batendo um bumbo firme e forte por uma guerra no Irã - assim como fez anos atrás para legitimar a invasão do Iraque. O mais incrível é que usam os mesmos argumentos! Saca só:

(Fontes: Vi o Mundo, Sivuca e FOX Attacks)

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