August 2007
Monthly Archive
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Posted by escriba on 31 Aug 2007 | Tagged as: musica
Vou me fechar em copas no fim de semana, mas deixo você em boa companhia por aqui. Inté! (lembre-se de pausar a rádio Escriba antes de tocar o vídeo abaixo).
(descobri o vídeo lá no blog Dubem)
Posted by escriba on 31 Aug 2007 | Tagged as: blog, imprensa
Zé José e Urubu mataram, em seus respectivos blogs, a charada de dois temas do momento: a reclamação do diretor José Padilha contra a pirataria de seu filme Tropa de Elite e o chororô da Globo contra a classificação indicativa de seus programas.
Cada vez mais a blogosfera traduz melhor a realidade do que o imprensalão. É o que eu digo: quem lê apenas a mídia tradicional fica muito mal informado hoje em dia…
Posted by escriba on 31 Aug 2007 | Tagged as: blog, egotrip, internet
Acabei de dar uma divertida entrevista pro Migrante Digital, blog da minha querida amiga Guta. Me fez lembrar cada coisa dos primórdios da internet…, como por exemplo a primeira vez em que usei o Google. Caramba, como é que conseguíamos viver sem esse oráculo??
Posted by escriba on 30 Aug 2007 | Tagged as: Meio Ambiente, brasil
Aos poucos o caso da expulsão de ativistas do Greenpeace e da Opan, e de dois jornalistas franceses da cidade de Juína (MT) por fazendeiros e políticos locais começa a ganhar destaque na internet - mas não na grande mídia. Páginas como a do Azenha (Vi o Mundo), comunidades do Orkut e o YouTube ja repercutem o assunto. Espero que outros blogs ajudem a divulgar a história.
Eric Dessons, o fotógrafo francês que estava no grupo expulso, publicou na internet algumas fotos feitas no local, veja aqui.
Posted by escriba on 30 Aug 2007 | Tagged as: Meio Ambiente, jogos

Quer jogar horas a fio sem se preocupar se está ou não gastando energia à toa? Então opte pelo console da Wii (Nintendo). Além de ser o videogame mais inovador do mercado é também o que consome menos energia. Foi o que descobriu um jornalista do San Jose Mercury News, veja abaixo:
* Xbox 360 (Microsoft): 194 watts
* PlayStation 3 (Sony): 171 watts
* Wii (Nintendo): 17 watts
Posted by escriba on 29 Aug 2007 | Tagged as: blog, musica
É coisa fina. É Outra Coisa. Boa sorte ae!
Posted by escriba on 29 Aug 2007 | Tagged as: Meio Ambiente, brasil
Um grupo de ativistas do Greenpeace e da Operação Amazônia Nativa (Opan), e dois jornalistas europeus foram impedidos este mês de visitar as terras dos índios Enawene Nawe, no Mato Grosso. Eles foram ameaçados por fazendeiros e políticos da cidade de Juína, que disputam com >os índios o direito de explorar a região. Em certo momento no vídeo, um dos fazendeiros diz mais ou menos assim: “Esta cidade é nossa. As terras são nossas. Os índios são nossos. Não vamos permitir que gente de fora venha aqui e leve informação não sei para onde.” Deu até na versão online do The Guardian - já no Brasil, nada… A imprensa prefere criticar a demarcação de terras indígenas e quilombolas. Confira abaixo o que realmente rola por aquelas bandas:
Posted by escriba on 29 Aug 2007 | Tagged as: Meio Ambiente, energia
A empresa Marine Current Turbines vai instalar até o final do ano na costa da Irlanda a primeira torre com duas turbinas para gerar energia por meio de marés, informa a revista New Scientist. O impacto sobre a vida marinha é pequeno - as hélices giram a apenas 20 rotações por minuto - e a tecnologia pode suprir num futuro próximo até 20% das necessidades energéticas da Grã Bretanha. Cada torre dessa gera algo em torno de 1,2 MW de energia.
Segundo Dave Elliott, professor de políticas tecnológicas da Universidade Aberta inglesa, vivemos um período promissor que tem gerado inúmeros projetos interessantes na área energética. “Dos muitos projetos esquisitos que vi nos últimos tempos, este parece ser o melhor”, disse ele à New Scientist.
Posted by escriba on 28 Aug 2007 | Tagged as: Meio Ambiente, boca no trombone
Taí um protesto bem bolado: suspender faixas com balões de gás. Um grupo brasileiro de veggies mandou ver em frente a um McDonald’s no shopping Santa Cruz, aqui em sampa, e foi um sucesso. As faixas ficaram um tempão lá no teto.
Posted by escriba on 26 Aug 2007 | Tagged as: Meio Ambiente, blog
Demorei pra aprovar uns comentários porque passei o fim de semana em Cananéia, litoral sul de São Paulo, entrevistando pescadores, quilombolas e comunidades extrativistas. Estamos - eu, Leandra e Baleia, a turminha ‘pelágica’ do Greenpeace - fazendo um diagnóstico da questão marinha brasileira e o material levantado deverá subsidiar a criação de uma futura campanha de oceanos. Uma pena não termos tido mais tempo para continuar a mini-expedição, que apesar dos percalços (mosquitos, atividades logo cedo, looongas caminhadas), foi bastante esclarecedora. E divertida - afinal, depois de um longo dia de trabalho, é certo que a mesinha do boteco, a cerveja gelada e uma porçãozinha de camarão estarão ali, firme e fortes, esperando.
Chegamos na sexta a tarde e desde então circulamos bastante para levantar o máximo de informação possível para traçar um painel do que acontece na região em termos de exploração dos recursos marinhos. Fomos à Ilha Comprida, à Reserva Extrativista do Mandira e, hoje, passamos o fim da tarde na Ilha do Cardoso, onde conversamos com o Serginho, caiçara nascido e criado na pesca de cerco e de arrasto também, para capturar camarão, tainha e paratis. Estou impressionado como o bom nível de vida das comunidades pesqueiras daqui (escrevo de uma lan-house de Cananéia) e da maneira como lidam com a natureza. No mar ou na terra, parece haver uma consciência ancestral regulando as atividades. Uma harmonia de fazer inveja. Mas há perigos rondando a região, apesar dela estar coalhada de parques, reservas e áreas de proteção ambiental. Coisa pesada, em várias frente. E o pior: a maior parte do pessoal daqui parece que ainda não se deu conta… Falo mais sobre isso depois.
No caminho de barco até a ilha, botos cinzas brincaram a metros da gente, já perto da praia. Infelizmente meu celular já tava mortinho da silva e não consegui registrar. Mas tenho algumas boas imagens da brincadeira toda. Voltamos amanhã e, à noite, conto melhor como foi nossa mini-expedição. Com direito a fotos. Agora vou ali comer camarãozinho porque ninguém é de ferro. Inté!
Posted by escriba on 23 Aug 2007 | Tagged as: filmes

Quando ainda estava na garagem de casa, pra pegar o carro e ir à pré-estréia do filme Cidade dos Homens lá no shopping Frei Caneca, na terça-feira, era pura ansiedade. Disse à minha mulher: “Temo que o Paulão tenha feito um pastiche de Cidade de Deus ou, pior, do seriado com Laranjinha e Acerola que passou na Globo…” (afinal, foi esse seriado que deu origem ao filme). Fui com essa incômoda expectativa até o cinema e ela só aumentou depois que vi a logo da Globo Filmes na abertura. “Aff, lá vem o novelão…” Já na abertura percebi que estava enganado.
E muito enganado. Por diversas razões. O filme de Paulo Morelli tem a violência e tensão de Cidade de Deus, mas ambas são tratadas com delicado esmero - quase não se vê sangue na tela - e sensibilidade próprias, nem melhor nem pior do estilo de Fernando Meirelles, apenas diferente; vc não precisa ter visto nenhum episódio do seriado para entender a relação dos dois moleques, vividos pelos ótimos atores Darlan Cunha e Douglas Silva (é o meu caso, não vi o que passou na TV); e o que vc vê na tela é cinema de mais alta qualidade, não telenovela disfarçada, como muitos por aí fazem na maior cara dura.
O Paulo conseguiu finalmente se soltar na direção e o resultado é primoroso. Após a projeção disse a ele que Cidade dos Homens não representa uma evolução do seu trabalho, que até aqui se resumia aos fracos O Preço da Paz e Viva Voz. É mais do que isso, é uma ruptura. No Preço da Paz ele estava amarrado, já que o filme fora encomendado. Em Viva Voz, fez tudo (roteiro, direção, produção) e resultou num laboratório pastiche de Snatch. Agora é diferente. Paulo mesmo me disse que mudou completamente sua cabeça a primeira vez que entrou no morro, o Vidigal - realmente um dos mais bizarros do Rio de Janeiro, pelo convívio forçado entre diferentes classes sociais. Isso o fez amadurecer muito, o que está perfeitamente refletido no filme, todo dedicado à relação de Darlan e Douglas com a idéia paterna - um procura o pai que não conheceu, o outro procura o pai em si.
Gostei particularmente da atuação do ator Rodrigo dos Santos, que vive Heraldo, pai de Darlan que vive metido em enrascadas. É o anti-pai-herói. Gente como qualquer outra, sem maniqueísmo barato. Destaque também para a trilha sonora de Antônio Pinto, que deixou um pouco a eletrônica de lado e mergulhou fundo no estilo Ry Cooder, resultando num pano de fundo tranqüilo e delicado que faz um contraponto interessante com a tensão que transborda na história.
Abaixo, o trailer do filme, que desde já recomendo a todos (principalmente a quem é pai):
Posted by escriba on 20 Aug 2007 | Tagged as: musica

Enfim foi publicada na revista Outra Coisa (edição de agosto, a que está nas bancas) o perfil que fiz do último kavernista, Edy Star. Infelizmente o site da revista não dá link para a matéria, por isso tive que escanear tudo e criar um arquivo PDF - é só clicar aqui com o botão direito do mouse e salvar no seu computador. Essa matéria vai já para minha coleção na pasta Escriba, O Repórter aí de cima.
Aproveitei para reescrever o verbete dele na Wikipedia, que está ameaçado de ser retirado. Um usuário viu o texto antigo, que quase não tinha informação, e o considerou de “pouca relevância enciclopédica”. Ainda bem que eu acessei a página na hora H, pude então questionar o cara, me comprometendo a melhorar o verbete - que modéstia à parte ficou bem legal. Já empatei a votação que está rolando para decidir se Edy fica ou não na Wikipedia. A decisão final será dada dia 28. (atualizando: já está 6 x 3 pela manutenção do verbete!)
Mais uma dica: o blog Sweet Edy, um ensaio de Edy para sua futura biografia. O blog é divertido pacas, com histórias do arco da velha. Como essa abaixo em que o personagem central é ninguém menos que Janis Joplin!
Em 1970 eu estava na CBS e num dia de fevereiro, descendo a escada que dava no hall, deparo com o Coutinho (o ‘relações publicas’ e um grande amante de jazz.) entrando com uma mulher feia, meio gordinha, vestida de ‘hipponga’: lenço na cabeça, óculos Ray-ban, uma bolsa bandoleira a tira cola e sandálias. O Coutinho gentilmente me apresentou: era Janis Joplin! Não liguei muito por que nem me lembrava quem era essa cantora americana. No dia seguinte é que me liguei no fato. Eu tinha o disco dela com o Big Brothers, cantando Sumertime! Era demais!… Passei a duvidar. Dois dias depois encontro o Coutinho no corredor do estúdio, e ele me conta que a Janis foi à joalheria H. Stern comprou um anel de brilhantes e até chegar ao hotel, perdeu o anel!
Dias depois fui passar o carnaval em Salvador e ali fui informado que o Coutinho a levou ao Baile do Teatro Municipal, que era o baile de Carnaval mais chique do Rio, basta dizer que só se entrava fantasiado ou a rigor… E na porta teve problemas por que não queriam deixá-la entrar, porque pensavam que era um travesti! Claro, imaginem: feiosa e com aquele monte de cabelo no sovaco…
Logo depois do carnaval, novamente no atelier de Gilson Rodrigues, fomos convidados pelo Luis Fernando, que estava com mais amigos, a descer ao mulherio para buscar quem? A Janis Joplin! Claro que descemos descrentes e curiosos…
Estava lá sentada, conversando com as putas e bebendo cachaça! As ‘meninas’ encantadas com a americana louca, que gargalhava, puxava ‘fuminho’ e soltava palavrões, na maior intimidade… Ela tinha ido parar na Bahia, viajando de motocicleta com o namorado Mick, um fotógrafo carioca, e estava chateadíssima por que chovia muito, e ela estava louca para transar de noite na praia, e a chuva impedia. Não sei o que aconteceu, que o tal Mick voltou ao Rio e ela ficou sozinha em Salvador… Como foi parar nesse puteiro eu também não sei, mas ela estava bêbada e satisfeitíssima.
Foi quando apareceu o divulgador da CBS, que avisado (por quem?) foi ali para levá-la ao Hotel da Bahia. Sumiu a jaqueta Jeans dela e foi um fuzuê… Finalmente a jaqueta apareceu, e seguimos todos em passeata acompanhando-a com aquela garrafa de ‘Jacaré’ na mão, até a portaria do Hotel… Outro escândalo: o cara da recepção não queria aceitá-la por que estava suja, e com uma figura de hippie não muito agradável, e Janis aos gritos: “I’m Janis Joplin, I have money!” e jogou pacotes de dólares no balcão… Foi pior, o cara achou que ela era louca e não aceitou mesmo… Vingativa, ela não satisfeita, jogou a garrafa de cachaça no espelho e quebrou-o! E assim ela foi se hospedar em outro hotel… Que aventura…
Daí, eu voltei ao Rio e não mais vi Janis. Mas soube que ela voltou ao Rio fazendo ’stop-car’ e tranzando com caminhoneiros… Verdade?
Anos depois surgiu outra historia dela numa aventura que conta o Serguey… Pode ser que tivesse seus momentos calmos, mas vivia intensamente, e era uma maravilhosa cantora, desbocada e louca de pedra… Ah, isso era… Quase no final deste ano, em outubro, foi encontrada morta por over-dose… Mas, eu tive Janis Joplin a menos de um metro de mim!
Posted by escriba on 20 Aug 2007 | Tagged as: brasil, canalhice, imprensa
Nota publicada na revista Época que foi às bancas no mesmo fim de semana que a Veja e sua capa sobre grampos no STF:
O grampo era de mentira
Uma história recente mostra como os grampos viraram arma de chantagem e pressão no Brasil. Dois e-mails apócrifos recebidos pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), mobilizaram por alguns dias a cúpula do Judiciário no Brasil. Eles relatavam uma suposta escuta clandestina feita pela Polícia Federal (PF) que teria flagrado conversas de dois ministros do STF: o próprio Marco Aurélio e José Celso de Mello. Em caráter sigiloso, os e-mails foram enviados à presidente do STF, Ellen Gracie Northfleet, ao procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, e ao ministro da Justiça, Tarso Genro, para a abertura de uma investigação. Uma rápida averiguação descobriu, porém, que os e-mails haviam sido produzidos por um ex-delegado da PF, demitido a bem do serviço público. A história foi toda inventada por ele para tentar prejudicar um antigo desafeto na polícia.
(Tá aqui, mas é só para assinantes)
Ou seja: a Veja deu capa para um trote!! A denúncia não ficou de pé um dia sequer…
Posted by escriba on 18 Aug 2007 | Tagged as: Meio Ambiente, tecnologia

O iPhone foi, definitivamente, a coqueluche deste ano em termos de tecnologia. E quem conseguiu comprar está pra lá de satisfeito. Já a AT&T vem enfrentando uma batelada de críticas desde que as primeiras contas começaram a chegar na casa dos usuários. Nada a ver com o preço que pagarão pelas ligações em si, mas pela quantidade de papel que a operadora americana usa nas contas.
Acho que todo mundo já conhece a história de Justine (essa aí da foto), que tomou um susto quando viu que no pacote enviado pela AT&T à sua casa estava um calhamaço de 300 páginas! Isso mesmo, 300! A prática, ao que parece, é comum, o que levou o jornal USAToday a questionar: Quantas árvores sua conta de iPhone derrubou? Bom, se levarmos em consideração que a Apple estima vender 10 milhões de celulares até o fim de 2008 e que cada conta tem em média 50 páginas, serão quase 75 mil árvores a menos no planeta até lá.
A AT&T caminha a passos largos para ganhar a próxima edição do prêmio Motoserra de Ouro. Fácil.
Posted by escriba on 18 Aug 2007 | Tagged as: arte, fotografia


O velho e abandonado oeste americano num show de imagens do fotógrafo Troy Paiva. Praticamente todas as fotos foram feitas à noite, com longa exposição e nenhuma manipulação posterior no computador. Tem cidades-fantasmas, áreas militares, cemitérios de aviões, carros abandonados e beira de estrada. O livro, Lost America, pode ser adquirido na Amazon por US$ 13,57. Uma foto 16 x 20 sai a US$ 100 e pode ser comprada no próprio site.
Posted by escriba on 17 Aug 2007 | Tagged as: animação, esporte
Posted by escriba on 17 Aug 2007 | Tagged as: civilização
O número de suícidios entre soldados americanos atingiu em 2006 seu mais alto nível (99) desde a Guerra do Golfo, em 1991 (102), segundo fontes do Exército americano. Este ano, já foram registrados 44 casos, 17 deles de soldados que estavam no Iraque ou Afeganistão. Os motivos variam - desilusões amorosas, problemas financeiros, estresse pós-guerra.
Segundo pesquisa da CNN, quase metade das tropas americanas tem problemas psicológicos devido à Guerra no Iraque e no Afeganistão. E quando voltam para casa, nada de sossego. Em alguns casos, a situação só piora, como revela o documentário When I Came Home (Quando voltei para casa), vencedor do badalado festival de Tribeca de 2006, em Nova York. O filme narra a situação degradante dos veteranos de guerra, muitos deles hoje sem-teto.
Abaixo, quatro histórias emblemáticas do que rola por lá:
Soldado é condenado por estuprar e matar uma menina iraquiana de 14 anos, além de seus pais e uma irmã de 7. Para isso contou com a ajuda de três amigos, dois deles oficiais. Em seu depoimento no julgamento, disse: “Vim para cá porque eu queria matar pessoas”.
Humvee circula pelas ruas de Bagdá desrespeitando toda e qualquer regra de trânsito e civilidade. Seria até justificável se estivesse em combate ou se encaminhando para um, mas pelos diálogos dos integrantes do veículo, é pura farra mesmo, no melhor estilo Need for Speed.
Reportagem da CNN sobre o estresse psicológico em que vivem os soldados americanos que lutam no Iraque.
Atiradores iraquianos (os temíveis ’snipers’) fazem a festa - filmado pelos próprios. O vídeo está censurado no YouTube, mas não no Dailymotion.
Posted by escriba on 17 Aug 2007 | Tagged as: blog
Depois de momentos de tensão, voltamos à nossa programação normal… ![]()