December 2006
Monthly Archive
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Posted by escriba on 28 Dec 2006 | Tagged as: filmes, musica
Ele ganhou um bônus de 50 anos de vida, mas o tinhoso não cumpriu o trato. Confira no curta Beat The Devil, que faz parte daquela série maneira de filmes da BMW iniciada em 2001. Além de JB, tem uma participação especialíssima de Marilyn Manson.
Posted by escriba on 28 Dec 2006 | Tagged as: egotrip
Hoje Martim me deu uma aula sobre o fundo do mar e seus incríveis habitantes. Ele ficou animadíssimo com os inúmeros aquários e peixes que viu numa loja de animais de estimação aqui do novo bairro (nos mudamos do Brooklin para a Vila Leopoldina) e não parou mais de falar sobre peixes, baleias e tubarões - os de sua imaginação, claro.
São espécimes indubitavelmente raras e fantásticas. Como o peixe-cola, que passa seu rabo besuntado nas pedras para pegar carangueijos; ou o tubarão-chave-de-fenda (primo-irmão do tubarão-martelo), que se diverte furando cachalotes. Tem ainda o tubarão-gancho, que fura outros peixes pra comer; o peixe-massinha, que come cavalos-marinhos; e as baleias-tesoura e faca, que cortam suas vítimas impiedosamente.
Sim, Martim tem um amigo imaginário também. É ele o responsável pelas artes de meu filho, como bater na Sofia, derrubar os porta-retratos e quebrar copos. “Ele é invisível”, explica professoralmente, sempre que digo que quero ter uma conversa o rapaz. “Não adianta, pai, ele se esconde quando vc chega.” Malandro ele, não?
Posted by escriba on 27 Dec 2006 | Tagged as: HQs & charges, filmes
O filme, baseado na HQ de mesmo nome do Frank Miller (que por sua vez se inspirou na batalha de Termópilas) estréia em março de 2007. Rodrigo Santoro parece foi muito bem como o imperador persa Xerxes. É o novo Keanu Reeves do cinema! Para se ter uma idéia do que vem por aí, veja os trailers disponíveis na aba media.
Posted by escriba on 27 Dec 2006 | Tagged as: esporte
O que será que o narrador disse quando o cara fez isso?
Posted by escriba on 26 Dec 2006 | Tagged as: brasil, politica
Enquanto os poodles das madames ladram, a caravana popular passa…
Posted by escriba on 26 Dec 2006 | Tagged as: musica
O lendário selo Stax voltará à ativa e um dos primeiros contratados é ninguém menos que Isaac Hayes. Meu soulseek já está de prontidão.
Posted by escriba on 25 Dec 2006 | Tagged as: musica
Sivuca, depois Braguinha, agora James Brown. Este Natal definitivamente está menos musical…
Saca só o que perdemos:
- Sivuca num programa sueco de TV de 1969 (ele ainda sem barba e cabeleira).
- Os reis da sanfona: Sivuca, Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Oswaldinho do Acordeon.
- Braguinha e Miúcha cantando clássicas marchinhas de carnaval.
- James Brown dando um gás em The Payback (Foi o primeiro som que conheci dele. Meu pai tinha um compacto com a música dividida em duas partes e eu ficava escutando por horas aquele poderoso baixão e aquela guitarrinha malandra e suingada numa antiga vitrola. Acho mais dançante do que Sex Machine ou I Feel Good).
- Show de JB no Olympia, de Paris (1966).
- JB em Papa’s Got a Brand New Bag/I Feel Good (1966).
- Outro clássico de JB: Sex Machine.
- Pra mim, uma de suas melhores músicas: It’s a Man’s, Man’s, Man’s World, de 1968 (como cantava esse cara! Aqui uma outra versão, tão boa quanto).
- Ele zoando a entrevistadora de um desses programas de fofocas. Grande JB!
Posted by escriba on 24 Dec 2006 | Tagged as: internet
Como presente pra galera, segue a lista dos 100 sites mais interessantes de 2006 compilada pelo jornal inglês The Guardian - são 20 categorias, com cinco dicas em cada.
Bjs e abs!!
Posted by escriba on 22 Dec 2006 | Tagged as: imprensa, internet
Essa foi boa. Internautas, blogueiros, cyberativistas e afins foram eleitos a personalidade do ano pela revista Time em 2006. Segundo os editores da tradicional publicação americana, a onda colaborativista que tomou conta da rede de computadores é revolucionária e mudará para sempre o que conhecemos como mídia. Nós controlamos a mídia, disseram. Mas como cachorro velho não aprende truque novo, eles cagaram e andaram justamente para a vontade desse pessoal reverenciado na ampla matéria de capa. Na eleição promovida pelo site da revista, quem ganhou a votação foi o presidente venezuelano Hugo Chavez, seguido de perto do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Ou seja: a gente tem o poder, mas só se os (tu)barões concordarem. Sintomático, não?
Posted by escriba on 22 Dec 2006 | Tagged as: comportamento, internet, jogos
A entrevista que Ailin Graef concedeu no ambiente virtual de Second Life foi invadida por inúmeros pênis cor-de-rosa voadores. Quem é Ailin? Simplesmente a primeira pessoa a ficar milionária com o jogo. Foi até capa da Business Week.
Esse tipo de protesto, flash-mob ou manifestação vai ser cada vez mais comum no SL. Afinal, são dois milhões de usuários que circulam por lá. Não à toa agências de notícias e de publicidade, ONGs e quetais já se instalaram por lá. Tô até pensando em montar um escritório virtual em algum canto daquele mundo maluco. Se alguém aí já freqüenta o SL, me procura: Jorge Carmona (em homenagem à cidade natal do meu bisavô, que fica próxima de Sevilha, na Espanha).
Posted by escriba on 22 Dec 2006 | Tagged as: imprensa
A carta do ex-repórter da TV Globo, Rodrigo Vianna, é pra ser lida e relida principalmente por aqueles que ainda cantam de galo pelas redações afora. São iludidos ou fanfarrões? Infelizmente, a carta apenas retrata a regra geral do jornalismo atual. Sem tirar nem pôr. As corporações de mídia são incompatíveis com a democracia e a livre circulação de informação. Elas têm projetos políticos e econômicos bem definidos e alinhados com os poderosos de plantão. Mas não perdem nunca a pose. Sempre virão com aquele H de que representam a opinião pública. A-hã, então tã então…
Posted by escriba on 22 Dec 2006 | Tagged as: Meio Ambiente
Ainda estou me recuperando dos dois dias que passei circulando pelo Congresso Nacional, em Brasília, para divulgar a bem-humorada ação que o Greenpeace fez no local, quarta-feira, contra uma medida provisória absurda, uma que poderá nos fazer dar um perigoso salto na escuridão dos transgênicos.
Enfrentar o caos no aeroporto da capital federal - com direito a cancelamento de vôo da Varig e transferência para um outro da TAM, após quase quatro horas de idas e vindas pelos lotados saguões - foi fichinha perto da ralação que tivemos na Câmara terça e quarta para armar a atividade - preparar o cenário, colocar os ativistas lá dentro sem dar na pinta, cercar os parlamentares chaves, chamar a imprensa. A idéia era colocar dois papais noéis e dois duendes frente a frente dos deputados que se preparavam para votar (e aprovar, por supuesto) a tal MP, tudo porque ela trancava a pauta e eles queriam porque queriam dobrar seus humildes salários (acabou que o aumento dos vencimentos não saiu, mas vai sair, ah se vai…)
Foi divertido ver os seguranças da Câmara atônitos com a presença dos bons velhinhos e companhia pelos corredores, distribuindo cartões de Natal e explicando porque o Brasil precisa ficar longe do canto da sereia da Monsanto, Bayer e Syngenta. Eles até sacaram que ia rolar alguma coisa e fecharam o Salão Verde (nosso objetivo inicial) para todos que não fossem funcionários, parlamentares ou jornalistas, mas fomos mais ágeis e, quando se deram conta, estávamos na porta da sala onde rolava uma reunião de líderes de bancadas. Colocamos um crachá com o T de transgênico no pescoço do Inocêncio de Oliveira (que fez biquinho e posou todo prosa para os fotógrafos), demos um outro para o Rodrigo Maia (líder do PFL, também a favor) e distribuímos cartões de Natal aos deputados que estavam do nosso lado, como Miro Teixeira, Fernando Gabeira e Ivan Valente.
Tinha um segurança, daqueles sem pescoço, grande pacas, que bufava irritado com nossa presença - “quer que eu tire eles? É só pedir que ponho todo mundo pra fora na marra!”, dizia ele no rádio, conversando com um superior. Curiosamente, nos deixaram quietos e assim fizemos nosso auê sem maiores problemas. Único momento de tensão, mas nem tanto, foi quando discuti com um cara que depois vim a saber que era um lobista ruralista. Produtor de soja transgênica, quebrei as pernas dele quando perguntei desde quando plantava a variedade, ao que ele me respondeu orgulhoso: “Desde 1997!” “Ah, tá. E o senhor já pagou sua dívida com a Justiça? Afinal, nessa época, a soja transgênica era ilegal no país, só liberaram em 2003 (na base do fato consumado, já que havia milhares de hectares plantados na marra).” Tirei ele do sério.
Nunca tinha entrado no Congresso. Não tinha a menor curiosidade. É um tremendo ninho de mafagafos. Gente pra tudo quanto é lado, de todos os tipos, deputados, secretárias, juízes, lobistas, ativistas (nós!), jornalistas, curiosos, estudantes, seguranças. Parecem formiguinhas zanzando pra lá e pra cá. A impressão que tive é que todos parecem estar conspirando, armando a próxima jogada.
Tivemos sucesso na ação em si, conseguimos bastante mídia e levantamos a bola da MP dos transgênicos, que estava meio que perdida no meio daquela confusão toda do aumento de salário. Mas a maldita foi aprovada no plenário - com direito a discursos cínicos de parlamentares da bancada ruralista, que se colocavam como defensores do desenvolvimento científico. Estão é passando batido pelo Princípio da Precaução e também pelo Protocolo de Cartagena (do qual o Brasil é signatário) ignorando as muitas dúvidas que os transgênicos ainda geram no meio científico e ambiental. Estão colocando questões de mercado à frente da biossegurança.
Dr. Moreau fez escola. Que seus alunos sejam devorados pela própria ganância.
Posted by escriba on 18 Dec 2006 | Tagged as: brasil
Podem bater à vontade, quanto mais, melhor. Lula foi apontado, em duas pesquisas de opinião, como o melhor presidente que o Brasil já teve. Chora república Daslu!
Posted by escriba on 16 Dec 2006 | Tagged as: comportamento
Acabei de assistir aos 40 minutos de palestra do doutor Neal Barnard, fundador do Comitê de Médicos por uma Medicina Responsável (PCRM na sigla em inglês), sobre os efeitos opiáceos de alimentos como chocolate, açúcar, carne e queijo (na verdade, laticínios em geral). Mesmo sendo um carnívoro convicto, tenho que admitir: preciso pegar mais leve na dieta… e de meus filhos também.
Posted by escriba on 15 Dec 2006 | Tagged as: Meio Ambiente, imprensa
Conversando com um conhecido, que é editor de meio ambiente de uma grande revista de circulação nacional, fiquei estarrecido com sua linha de raciocínio em relação ao debate cada vez mais intrincado que rola no Brasil sobre os transgênicos. Pra ele, as decisões sobre a liberação de cultivo e de comercialização de organismos geneticamente modificados (OGMs) no país, a cargo da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), têm que seguir apenas as diretrizes científicas. Problemas sociais e econômicos gerados por bizarrias como as sementes Terminator ou o milho inseticida da Monsanto são questões menores, que não devem emperrar os trabalhos desses notáveis homens de saber. “O que faz lá um representante da Agricultura Familiar? Essas discussões paralelas emperram os trabalhos da Comissão. Eles não estão lá pra discutir questões sociais ou de mercado”, questionou, lamentavelmente com a mesma entonação e empáfia que certos doutores adotam durante as reuniões da CTNBio.
Será que os sábios de plantão (dos laboratórios e redações) ignoram os inúmeros problemas até agora identificados em relação aos OGMs? É evidente que não. Casos como o desflorestamento e a concentração de terras provocadas pela soja geneticamente modificada na Argentina e a preocupação do governo da Noruega com a preservação da diversidade genética de sementes do planeta, devido ao avanço das lavouras transgênicas, chegam ao seu conhecimento com certeza. Mas do alto da torre de marfim, jornalistas e cientistas parecem considerar esse o preço do avanço tecnológico. Como a poluição do ar, mar e terra o foi da revolução industrial, e a exaustão dos recursos naturais do planeta o será em prol de nosso bem-estar (sic).
A indústria de biotecnologia faz cara de paisagem para esse cenário aterrador e chega a ser cínica em alguns casos, como quando argumenta que a transgenia pode ser a solução para a fome no mundo. Mas se o transgênico é tão seguro assim, porque não aceitam a rotulagem dos produtos que contêm alguma substância geneticamente modificada?
É preciso que a sociedade entenda que o objetivo número 1 das corporações é lucrar; responsabilidade social ou ambiental é apenas um detalhe que deixa seus executivos mais fofos nas fotos. Princípo da Precaução é pra elas apenas um obstáculo a mais a ser vencido em busca do pote de ouro. Cabe a nós, da sociedade civil, usarmos de todos os meios possíveis para segurar o touro na unha. Se eles não querem rotular, a gente faz então um guia com os produtos que têm ou não substâncias transgênicas, e divulga nas ruas, na internet.
Muitos acreditam (ou acreditavam) que a imprensa deveria fazer esse meio de campo. Pode esquecer. Há tempos debandou para o lado de lá. Não à toa a mídia maltrata tanto o assunto - é uma corporação como outra qualquer e como tal tem afinidades e interesses em comum. A gente que se vire pra limpar a informação de tanta craca corporativa.
Posted by escriba on 15 Dec 2006 | Tagged as: musica
Foi-se o sanfoneiro! Uma figura e tanto de nossa música, esse Sivuca, um albino de alma colorida.
Fole Danado (Luiz Gonzaga)
Canta o galo no poleiro e a lua bonita se esconde
No fininho sanfoneiro e o baixo no grosso respondeDança velha mais dança menina,
Cintura bem fina pra gente abraçar
Dança velha mais dança menina,
Cintura bem fina pra gente apertarEita fole danado
Chorando, gemendo, gemendo, chorando querendo chorar
Eita fole danado
Chorando, gemendo, cangote cheiroso pra gente cheirar
Eita fole danado
Chorando, gemendo, gemendo, chorando querendo chorar
Eita fole danado
Chorando, gemendo, menina bonita pra gente dançar (bis)Já acochei no sanfoneiro
E eu dançando com a namorada
Vai morrendo o candeeiro
Cabroeira dançando animada
É suor, é poeira, é fumaça
Sanfona de raça de um bom tocador
Se cochilo e fico dengoso
É cangote cheiroso que tem meu amorEita fole danado
Chorando, gemendo, gemendo, chorando querendo chorar
Eita fole danado
Chorando, gemendo, cangote cheiroso pra gente cheirar
Eita fole danado
Chorando, gemendo, gemendo, chorando querendo chorar
Eita fole danado
Chorando, gemendo, menina bonita pra gente dançar (bis)
Posted by escriba on 13 Dec 2006 | Tagged as: Meio Ambiente, egotrip
E cá estou novamente na capital federal, desta vez pra acompanhar a vigília da Via Campesina e de ONGs como o Greenpeace em frente à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Lá está rolando a última reunião do ano da comissão, que pode liberar a comercialização por aqui de duas variedades de milhos transgênicos - um da Bayer (resistente a agrotóxico) e outro da Monsanto (o milho inseticida). Passei o dia num gramado com a galera dos sem-terra, sob sol forte e também chuva (fraca, mas chaaaata), recebendo imprensa, indicando possíveis entrevistados, essas coisas. Os integrantes da CTNBio têm até amanhã pra decidir se aprovam ou não os milhos. No que depender da farta documentação científica contra essas bizarrias, serão proibidos. Mas como Bayer, Monsanto, Syngenta e afins não brincam ($$$$) em serviço, não dá pra cravar nada ainda.
Um ou outro agroboy a bordo daquelas imensas caminhonetes biturbo diesel fazia questão de mostrar seu desagrado com o que via, mas legal ver que muito mais gente passava e dava apoio, acenando e buzinando. E isso mesmo com toda a demonização do MST promovida pela imprensa.
Bom, vou nessa, tomar um banho pra tirar esse barro todo e jantar com mamãe, maninha e sobrinha lá na ponta da asa (norte). Quem sabe tomar até um chopinho. De leve, porque amanhã o batente é cedo, às 8.
Posted by escriba on 11 Dec 2006 | Tagged as: esporte
Mais uma pescada lá no Nababu.org - um garoto de 5 anos e meio deitando e rolando nos campos de futebol de várzea colombianos. Detalhe: sempre jogando com meninos mais velhos. Nesses tempos de lendas urbanas, não me surpreenderia se alguém revelasse que se trata de um anão…
Posted by escriba on 11 Dec 2006 | Tagged as: HQs & charges, internet
Se vc ainda não se deu conta do que é a barafunda que tá rolando no Iraque, já que muitas vezes o noticiário é meio asséptico, dá uma sacada nesta novela gráfica chamada Shooting War. O futuro dos quadrinhos, e quiçá do próprio conflito…
Posted by escriba on 11 Dec 2006 | Tagged as: internacional, politica
Michael Moore mandou muito bem na carta que publicou em seu site endereçada ao presidente Bush e ao Congresso americano contra a guerra no Iraque.
Segue abaixo a carta traduzida, conforme estava no blog do Emir Sader. Segue:
Amigos,
Hoje (27/11) marca o dia em que permanecemos no Iraque mais tempo que aquele que levamos para combater na Segunda Guerra Mundial.
É isso mesmo. Nós fomos competentes para derrotar a Alemanha Nazista, Mussolini e o Império Japonês inteiro em menos tempo que a única superpotência mundial gastou para tentar tornar segura a estrada que liga o aeroporto de Bagdá ao centro da cidade.
E nós não conseguimos fazer isso. Após 1.437 dias, no mesmo tempo que levamos para irromper pela África do Norte, conquistar as praias da Itália, conquistar o Pacífico Sul e libertar toda a Europa Ocidental, nós não pudemos, após 3 anos e meio, conquistar sequer uma simples estrada e proteger a nós mesmos de bombas caseiras, feita de latinhas, colocadas em buracos nas rodovias. Sem contar que uma viagem de táxi do aeroporto até Bagdá, de 25 minutos, custa 35 mil dólares e o motorista não te dá sequer um mísero capacete para sua proteção.