February 2006
Monthly Archive
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Posted by escriba on 24 Feb 2006 | Tagged as: TV, egotrip, livros, musica
Se o Martim melhorar, sábado estaremos na estrada rumo ao Rio, pra apresentar a cidade à Sofia. Mas se não rolar, ficarei em sampa mesmo, tentando fugir de mais um bombardeio da mídia: o carnaval. Já tivemos o ectoplasma dos Stones, a verborragia oca de ostentação expurgatória do U2 e agora vão nos entupir com confetes e serpentinas, mesmo contra a vontade da maioria dos brasileiros, que não curtem carnaval. Mas como a maioria das empresas de comunicação têm intere$$e$ na festa, toma-lhe baticum!
Sem problemas, podem vir quente com essa merda toda que estou bem preparado, montei um bom kit de sobrevivência. A começar pelo livro Pornô, de Irvine Welsh, que acabei de ganhar, com os personagens de Trainspotting 10 anos depois (tem umas boas críticas ao livro neste site aqui). Os caras decidem montar uma produtora de filmes pornográficos, é tudo que sei até agora. Comecei a ler hoje mesmo, no ônibus voltando pra casa depois de mais um dia estafante no trampo. Lá pelas tantas não consegui segurar o riso quando li esta passagem:
Olho pra baixo e vejo aquele crânio acinzentado, os olhos cansados que insistem em me encarar e acima de tudo aqueles dentes enormes, metidos em gengivas que se retraíram por causa do consumo de drogas, subnutrição e completa ausência de cuidados odontológicos. Sinto como se eu fosse Bruce Campbell em alguma cena cortada de Uma Noite Alucinante III, onde ele tá sendo boqueteado por um morto-vivo. Bruce reduziria a pó aquele crânio delicado, e agora preciso cair fora antes que sinta vontade de fazer o mesmo e antes que meu caralho amolecido seja feito em pedaços por aquele pelotão de dentes podres. (Sick Boy comentando o bola-gato que está recebendo de uma mina podreira no banheiro do amigo trafica)
O livro pulou na frente de uma longa lista que aguarda eu terminar o Johaben: Diário de um Construtor do Templo, do Zé Rodrix. Entre eles estão Guia do Mochileiro das Galáxias (Douglas Adams) (foi mal Ju… mas vou ler, vc vai ver!), Utopias Piratas (Peter Lamborn Wilson, ou seria Hakim Bey?) e Voice of Fire (Alan Moore, que já li, mas em português. A tradução, feita por Ludmila Barros, é uma obra de arte a parte. Agora vou encarar no original, porque dizem ser muito foda de bom. E comprei pela internet uma belíssima edição em capa dura, de um cara que é especialista no escritor inglês, ele mantém a duras penas um portal sobre o mago de Northampton, vendendo HQs, livros e filmes, muitas raridades, entrega pelo correio, serviço de 1a.).
A TV só vai ser ligada ou pra ver Discovery Kids com Martim ou pra ver DVD. No caso, uns oito capítulos da série Roma, da HBO, me aguardam nos disquinhos que seu Zé, meu sogro, gravou. Já tinha começado a ver, mas faltou tempo pra continuar, agora vai. Se der, revejo o documentário No Direction Home, sobre o período mais fértil da carreira do Bob Dylan, de 1959 a 1966, quando gravou Blonde on Blonde. Ouvi um boato por aí que Martin Scorsese tem material para mais um filme tão grande quanto (3 horas), não seria nada mal.
E a música, claro. Muito roquenrol nas idéias pra abafar o leleô, leleô que vai ecoar aqui e ali - sempre tem um puto que fica a madruga inteira vendo a porra dos desfiles, carioca e paulista. Então, toma-lhe Hermano (… Only a Suggestion), Living Things (Ahead of the Lions), Bob Dylan (Blonde on Blonde, Bringing It All Back Home e Blood on the Tracks), Curtis Mayfield (Curtis), Secos & Molhados (o das cabeças na mesa, não deixem de conferir os dois comentários brazucas lá na Amazon, o ufanismo sempre descamba pra indigência mental…), Achados e Perdidos - Um Tributo Valvulado aos Anos 70 (coletânea com várias bandas independentes brasileiras, é só baixar no site da gravadora, com capinha e tudo!), Unida (Coping With the Urban Coyote), David Bowie (Hunky Dory) e Seu Jorge (The Life Aquatic Sessions, ele cantando Bowie, sensacional).
De carnaval, só mesmo o livro do meu camarada João Gabriel de Lima. Bom, e têm os blocos infantis também. O que a gente não faz pra agradar aos filhos, né mesmo?
Posted by escriba on 24 Feb 2006 | Tagged as: comportamento
Pergunta: Se a maioria dos brasileiros NÃO gosta de carnaval, conforme atestam diversas pesquisas de opinião - em 2004, o instituto Sensus mostrou que 57,4% não querem nem ouvir sobre o assunto -, então porque todas as mídias nos enchem tanto o saco com isso?
Posted by escriba on 24 Feb 2006 | Tagged as: civilização, comportamento, internet, tecnologia
Versão mais atualizada do futuro…
Posted by escriba on 23 Feb 2006 | Tagged as: civilização, comportamento, internet, tecnologia
Vc está preparado para o futuro?
Posted by escriba on 21 Feb 2006 | Tagged as: bizarro/curiosidade, comportamento, filmes, internacional
Quem com rambo fere, com rambo turco será ferido. Acho que os ‘brimos’ estão finalmente aprendendo a revidar na mesma moeda… Onde isso tudo vai parar é que é o problema. O curioso é que organizações judaicas e americanas querem impedir a exibição do filme na Alemanha e em outros países europeus, onde já começa a fazer sucesso. Dizem que pode alimentar o sentimento antiamericano. Ué, e os milhares de filmes que Hollywood lança aos borbotões todos os anos retratando árabes, negros e russos como vilões sanguinários? Não contam? No dos outros sempre é refresco…
Posted by escriba on 19 Feb 2006 | Tagged as: filmes, musica
Se tem um cineasta que consegue pelo menos um rasgo de genialidade a cada filme que faz, esse cara é Woody Allen (o cara tem site! E é dos bons!). O tempo passa e ele mantém fidelidade a um estilo elegante de contar boas histórias, unindo densidade e simplicidade na medida certa. As tramas se entrelaçam com uma facilidade invejável, os figurinos, cenários e músicas realçando esse estilo elegante, conspirando pelo refinamento geral, inebriando o espectador tal qual vinho a discutir a existência humana. Uns mais, outros menos, mas na média, filmaços. E sempre com pelo menos uma grande sacada - o ator desfocado em Desconstruindo Harry, o cara que viaja no tempo pela tela do cinema em Rosa Púrpura do Cairo, o outro que assimila as idiossincrasias dos interlocutores em Zelig, o coral grego que interfere aqui e ali em Poderosa Afrodite (a secretária eletrônica de Zeus é uma das cenas mais engraçadas do cinema mundial…), o diretor que fica cego em Dirigindo no Escuro, o bandidão que dá dicas a um autor fracassado em Tiros na Broadway, os crimes cometidos sob hipnose em O Escorpião de Jade (Constantinopla! Madagascar!), a transposição de Crime e Castigo de Dostoievsky para uma Nova York sonsa…
Com Melinda e Melinda, que acabei de ver no DVD, não é diferente. Uma mesma história contada como tragédia e comédia, idas e vindas, uma personagem central, dois mundos paralelos, Bela Bártok, Duke Ellington, Stravinsky pontuando os primorosos diálogos. Uma bela e corajosa maneira de fazer cinema. São poucos os diretores da atualidade que conseguem fazer isso bem. Allen é o mestre deles todos.
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Aos que estão irritados comigo porque detonei o show dos Stones em Copa, um presente: o disco Jamming With Edward para baixar (aqui). Quem nunca usou o rapidshare, segue um tutorial. Bom som a todos!
Posted by escriba on 19 Feb 2006 | Tagged as: comportamento, musica
Em qualquer país civilizado, o que aconteceu em Copacabana nesta noite de sábado seria um ponto de não-retorno para esses mega-eventos na praia. O prefeito seria chamado na chincha, a imprensa estaria caindo de pau, haveria protesto de moradores pelas ruas do bairro antes, durante e depois do show. Os organizadores do evento ganhariam uma pesada multa e nunca mais permitiriam tal desrespeito com a cidade. Parece que o Ministério Público vai pra cima das ‘otôridades’ pra cobrar explicações sobre o caos no mar, na areia e no asfalto, mas não vai dar em nada, alguém duvida? Vivemos no Brasil e la nave va… pra onde eu não sei - ou temo imaginar. Mais uma vez maltrataram a cidade, e o carioca não tá nem aí, vai se vangloriar de ter visto o maior show de todos os tempos, meio patético, mas enfim… Tudo isso pra ver Jagger e companhia ruminarem antigos sucessos, de forma cada vez mais tosca. Vi pela TV. Tumbling Dice, Midnight Rambler, You Got Me Rocking, aceleradas, deformadas, meio nas coxas, disfarçadas sob toneladas de palco, telões, luzes e efeitos mis. Tocadas a toque de caixa, tipo ‘vambora que isso aqui tá quente pra caralho e vai derreter a corega…’ Mas a galera vibra, ô se vibra. Eu vibraria. Esses grandes shows de roquenrol têm um Q de fascismo, se Jagger gritasse ali ‘vamos invadir essa porra de área VIP’, sai de baixo, ia voar celebridade pra tudo quanto é lado. Mas os caras dos Rolling Stones não querem confusão, estão com o boi na sombra e ai de quem pertubá-lo.
Quando Keith pegou o violão pra cantar com sua voz de taquara rachada, desliguei a TV concretizando algo que sempre quis fazer nos discos, pular a faixa que ele cantava, geralmente as piores do álbum, com exceção talvez de Happy, do Exile on Main Street. Nunca o fiz em respeito a uma norma que tenho em relação a obras de arte. Nunca pulo faixas de disco, nunca desligo o som no meio de uma música, nunca paro de ler um livro no meio e nunca desisto de um filme.
Preferi ver um DVD com a patroa. Menina de Ouro, mais uma obra-prima de Clint Eastwood. E agora estou aqui, escrevendo esse texto mal-humorado ao som de Jamming With Edward, disco gravado em 1969 durante as sessões de Let It Bleed mas só lançado pelos próprios Stones em 1972. Uma farra no estúdio, um dia Keith se atrasou, tava chapado no quarto e, enquanto não chegava, Jagger, Bill Wyman, Charlie Watts, Ry Cooder e Nick Hopkins (o tal ‘Edward’) botaram pra quebrar e deixaram gravando. Achei na feira da Benedito Calixto, nem paguei tão caro, R$ 25.
Já estão falando em trazer o Pink Floyd. Sugestão? Que tal a banda tocando no Cristo Redentor, com um mega-telão caindo pela encosta do Corcovado e outros milhares espalhados pela zona sul, com as respectivas caixas de som? Com certeza vai bater mais um recorde: de público e de desrespeito à cidade. Fácil.
Posted by escriba on 17 Feb 2006 | Tagged as: musica
Outro dia me perguntaram se eu não estava empolgado com a vinda dos Rolling Stones e do U2 ao Brasil. Respondi que nem um pouco, não me interessa em nada. Curto roquenrol, sou fã dos Stones e fui nos dois shows anteriores (em 95 no Maracanã e em 98, na Praça da Apoteose, ambos no Rio), mas esse na praia de Copacabana tá com a maior cara de mico total. Sem chance.
Pra começo de conversa, os Stones são um mero pastiche do que foram tempos atrás. Deveriam ter parado depois de Tatoo You, em 1981. De lá pra cá, não produziram nada de interessante, opa, tudo bem, tem o Stripped, de 1995, que incluia apresentações ao vivo em pequenas casas de show, nada desses mega shows de estádio (ou praia) em que vc passa mais tempo olhando pro telão ou procurando alguém conhecido ao redor do que para o palco. Não tenho mais saco pra isso. Aliás, acho que nunca tive. Fui ao maraca em 95 porque era a chance de vê-los ao vivo pela primeira vez. Lembro que praguejei muito pelo fato de ser num estádio - e olha que consegui ficar relativamente perto do palco. Nada que Jumping Jack Flash, Parachute Woman ou Tumbling Dice não me fizessem esquecer logo. Pulei pra caramba, quase quebrei o pé num dos buracos q surgiram ao longo do show no imenso tablado que protegia o gramado - era o pessoal arrancando tábuas pra poder dar uma boa mijada, já que os banheiros ficavam longe pacas, eram imundos e as filas, quilométricas -, e fui um dos que ovacionaram Charlie Watts, quase levando às lágrimas o contido batera.
Meu irmão protagonizou à época duas cenas divertidíssimas. Ele organizou uma excursão de Brasília pro Rio pra trazer um pessoal pra ver o show. O ônibus, velho toda vida, parece que quebrou umas três vezes na estrada e o motorista não sabia rodar na cidade maravilhosa. Estava eu no aniversário da minha sobrinha em casa à tarde e me liga o Beto: “Pô, já tô no Rio, mas perdido. Como faço pra chegar no Maracanã, Jorge?”. “Vc tá onde?” “Tô na Lagoa…” “Lagoa?!? Como vcs foram parar aí??” Eles passaram pelo Maracanã e nem se deram conta!! E foi um custo pra ensinar o motora a chegar no maraca. Na volta, mais perrengue, o ônibus quebrou de vez, na praia de Ipanema. Ficaram quase o dia inteiro, de ressaca, sob um sol de lascar, esperando a empresa mandar outro veículo. E caíram no mar de cueca, calcinha e sutiã, maior farra, os candangos invadiram a praia! Fui lá dar uma força, até fiquei com pena. Batizei a empreitada toda de perrengue tour. ![]()
Encontrei meu irmão e sua turma na frente do estádio já no finalzinho do show da Rita Lee (agora atacam de Titãs… a falta de criatividade é impressionante, são sempre os mesmos, Titãs, Paralamas, Barão, Rita Lee… alugaram nosso gosto, bem diz Zé Rodrix!) e achei o Beto forte pacas. Estava grandão, com uma jaqueta de couro, parecia um daqueles leões-de-chácara de boate… “Caramba, Beto, vc tá enorme, heim?” E ele, rindo, abriu a jaqueta e me mostrou a camiseta que tinha bolado, da boca com a língua dos Stones aplicada sobre a bandeira brasileira. “Legal, vc quem fez?” “Sim, quer comprar uma?” “Quero, quanto?” Ele tira a camisa e, embaixo, vejo outra. O cara tinha vestido umas 10 camisas para poder entrar com elas e faturar um troco lá dentro! Se bem me lembro, vendeu todas (foi isso mesmo, Beto?). O pessoal olhava, gostava, perguntava onde tinha arrumado e ele tirava a camisa e vendia…
Em 98, teve um puta plus a mais, Bob Dylan abrindo a noite, esporrante, o velhinho mandou ver num set enxuto, roquenrol total. Muita gente reclamou porque as músicas ficaram irreconhecíveis, mas porra, música é isso aí, mutação constante, pedras que não rolam criam limo, e de bobo, dylan não tem nada. Além desse aperitivo ducaralho, a produção dessa segunda apresentação dos Stones teve a grande sacada de colocar um mini-palco no meio da galera pra que Jagger, Keith, Wyman, Wood e Watts pudessem reviver os bons tempos dos cafofos nos quais se apresentaram durante anos antes do estrelato. E mandaram praticamente o mesmo repertório do Stripped. Eu nem tinha reparado que estava do lado desse palco menor até o momento em que eles desapareceram do palco principal e surgiram assim, do nada, do meu lado esquerdo, pertinho pertinho… putz, inesquecível, Stones voltando às origens ali.
Agora, nesse show da praia, não vejo o que eles podem acrescentar. O som é manjadíssimo, as músicas novas medíocres e a distância do palco vai ser, ao que parece, ainda maior do que é num estádio, graças à área VIP que insistem em colocar em eventos ao ar livre e gratuitos. Porra, ser VIP nesse tipo de show é o cúmulo do esnobismo. A galera da geral tinha que dar um banho de areia nesses putos… VIP que é VIP vai assistir aos Stones em Paris, Londres, Nova York, na casa do Mick Jagger, sei lá…
Sim, eu sei, tem muita gente que não viu os dois shows anteriores, e vai se esbaldar, tenho certeza. Eu me esbaldaria, encontraria amigos das antigas, faria novos, enfim… Mas não há como esconder: o show, em si, é fraaaaco, mais do mesmo. Muitos no entanto mentirão pra si mesmos, dirão que foi impecável e tal, incapazes que são de admitir a real, hipnotizados que estão pela maçaroca de publicidade que receberam ao longo das últimas semanas. Como fomos também em 95 e 98, mas havia atenuantes (ineditismo, bob dylan, mini-palco).
Caíamos na real. Os Stones não são exímios instrumentistas e nada produziram de relevante nos últimos 20 anos. Os melhores músicos da banda se mandaram há tempos - Brian Jones (r.i.p.), Mick Taylor, Bill Wymann (que está em turnê na Europa com seu Rhythm Kings, esse bem que poderia vir pro Brasil). Watts é simples e eficiente, e gente boa pacas. Keith ganhou experiência e se aprimorou, é um bom criador de riffs e tal, nada muito além disso, e que faz uma dobradinha azeitada com Ron Wood, outro bom guitarrista, mas uma pálida sombra do que foi na época no The Faces que tinha ainda Rod Stewart e Ronnie Lane. Foi quando foi convidado para os Stones substituindo justamente Mick Taylor. E Jagger, bem Jagger segura a onda pulando que nem um macaco (talvez daí a decoração amazônica do palco, putz, mais cafona impossível…), sem esconder que é um senhor de 60 anos e como tal é totalmente dependente dos efeitos da mesa de som. Enfim, se for pra ser totalmente sincero, esse show tem mais apelo pela badalação social e oba-oba típico dos eventos cariocas do que por ser um bom show de roquenrol. O resto é marketing de quem quer vender jornal e ter um bom ibope na noite de sábado.
E o U2… bom, nunca fui muito fã deles. Tô cagando e andando solenemente.
Posted by escriba on 15 Feb 2006 | Tagged as: bizarro/curiosidade, blog
Posted by escriba on 15 Feb 2006 | Tagged as: blog, musica
Um blog, muitos discos pra baixar. Dica do meu camarada Albert, o Sarava Club traz um monte de títulos dos Beatles e de Jorge Ben, e raridades como The Life Aquatic Studio Sessions Featuring Seu Jorge (não lançado no Brasil) e Jazzmatazz, uma mescla genial de hip-hop e jazz. É só seguir os links. E lembre-se: ninguém viu nada…